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Polícia Militar da reserva interrompe evento de Cláudio Castro, faz críticas e é levado para delegacia militar do Rio

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Cláudio Castro e Dudu Reina quando PM os interrompe – Foto: Reprodução

Um subtenente da reserva da Polícia Militar do RJ foi detido depois de interromper um discurso do governador Cláudio Castro (PL). O caso foi na segunda-feira (13), durante uma missa a Santo Antônio em uma igreja de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

O PM da reserva remunerada Marcos Antônio Teixeira Lopes foi levado para a 3ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), em Nova Iguaçu, depois do incidente.

A situação, segundo relatou o policial foi por volta das 11h, na Catedral Santo Antônio, no Centro da cidade da Baixada. Lopes disse que passava de bicicleta pela porta da igreja quando viu a aglomeração e decidiu entrar para interpelar o chefe do Poder Executivo.

Castro falava aos fiéis a convite do padre, que pediu ao governador “uma palavra de esperança”. O religioso também convocou o presidente da Câmara de Nova Iguaçu, o vereador Dudu Reina (PDT), para representar o município na celebração.

Ao discursar na igreja, Castro, que é pré-candidato à reeleição ao governo do RJ, disse que ainda há muito o que se fazer no município, mas que não tem dúvidas de que houve melhoras.

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Castro é aplaudido e, em seguida, ouvem-se gritos de “governador, governador!”. Era o subtenente Lopes questionando Castro sobre a “quebra de paridade” entre policiais ativos e inativos do estado — o aumento dado ao pessoal da ativa não foi repassado aos reformados.

O padre tenta contornar a situação, pedindo uma salva de palmas coletiva. Não dá certo, e o religioso passa a palavra para Dudu Reina. O protesto continua sem que o vereador tenha dito uma palavra. Castro pede o microfone de volta enquanto o padre puxa uma Ave-Maria.

Quando a oração termina, Castro pede novamente a palavra e diz estar feliz porque “há 21 meses, o servidor não recebia, o aposentado não recebia”. Nicolás Satriano, G1 Rio

Momento em que fiéis se viram para ver quem interrompeu discurso de Castro – Foto: Reprodução

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Ministério Público no Rio de Janeiro denuncia deputado Rodrigo Amorim por crime de violência política de gênero

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De acordo com a denúncia, deputado teria assediado, constrangido e humilhado a vereadora Benny Briolly durante um discurso no dia 17 de maio – Foto: Divulgação / Alerj

A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) no Rio de Janeiro, órgão do Ministério Público (MP) Eleitoral/RJ, denunciou o deputado estadual Rodrigo Amorim (PTB-RJ) por violência política de gênero.

De acordo com a denúncia, no dia 17 de maio o deputado teria assediado, constrangido e humilhado Benny Briolly, vereadora do PSOL em Niterói, durante um discurso.

Para a Procuradoria, o crime eleitoral teria como meta impedir e dificultar o desempenho do mandato da vereadora.

Na denúncia, oferecida na noite de sexta-feira (1°), os procuradores regionais Neide Cardoso de Oliveira e José Augusto Vagos citaram que o discurso teve transmissão ao vivo pela TV Alerj, e retransmissão em diversas mídias, em especial na internet, alcançando grande repercussão, e que vitimizou diretamente uma funcionária pública no exercício das suas funções.

No Código Eleitoral, o crime imputado a Amorim tem penas previstas entre 1 e 4 anos de prisão e multa. Esse tipo de condenação por decisões dos TREs pode levar a inelegibilidade por oito anos.

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“Admitindo-se que o Deputado ou qualquer parlamentar possa assediar, constranger, humilhar e subjugar outra parlamentar mulher e impedi-la de exercer seu mandato, agredindo-a de forma aviltante, invalida-se a norma penal e o crime de violência política de gênero”, destacam os procuradores.

Na avaliação da PRE/RJ, a divulgação das ofensas e humilhações causaram grave dano político à vítima em relação a sua imagem diante do seu eleitorado e demais eleitores.

Em nota, a assessoria do deputado informou que só vai se pronunciar após ser notificado oficialmente da decisão. Do G1 Rio

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