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Instituto de criminalística não encontra irregularidades no carro de ex-assessor do vereador Gabriel Monteiro morto em acidente

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Vinícius Hayden, ex-assessor de Gabriel Monteiro, presta depoimento de colete à prova de balas, dias antes de morrer num capotamento em Teresópolis – Foto: Reprodução TV Globo

O laudo do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) não encontrou irregularidades no carro de Vinícius Hayden Witeze, ex-assessor do vereador Gabriel Monteiro, morto em um capotamento. O ICCE descartou a hipótese de o veículo ter sido sabotado. O acidente ocorreu em 28 de maio, na RJ-130, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro.

O documento aponta para o nível do fluido de freio abaixo do recomendado e pastilhas de freio das rodas dianteiras com degastes no grau máximo. O carro de Vinícius Hayden era um Corolla modelo 2013.

Em depoimento à 110ª DP (Teresópolis), a amiga Suzani da Silva Oliveira, que acompanhava o ex-assessor, afirmou que Vinicius perdeu a direção na curva ao frear, o que causou o capotamento do veículo. Ela sofreu ferimentos leves no acidente. Ela contou que nenhum dos dois usava o cinto de segurança. No acidente, Vinícius foi ejetado para fora do carro.

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Dias antes do acidente, Vinícius tinha prestado depoimento na Comissão de Ética da Câmara Municipal do Rio, contra Gabriel Monteiro. O vereador responde a processo ético-disciplinar por quebra de decoro e é investigado por assédio moral, sexual e por divulgar vídeo fazendo sexo com uma menor de idade.

De acordo com a perícia não foram encontrados problemas nas balanças, homocinéticas e caixa de câmbio. O sistema de transmissão do veículos, assim como a coluna de direção estavam ajustados. E não havia ruptura nos amortecedores e molas nem problema no sistema de gerenciamento eletrônico do carro.

Ex-assessor do vereador Gabriel Monteiro morre em acidente em Teresópolis – Foto: Reprodução / TV Globo

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Ministério Público no Rio de Janeiro denuncia deputado Rodrigo Amorim por crime de violência política de gênero

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De acordo com a denúncia, deputado teria assediado, constrangido e humilhado a vereadora Benny Briolly durante um discurso no dia 17 de maio – Foto: Divulgação / Alerj

A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) no Rio de Janeiro, órgão do Ministério Público (MP) Eleitoral/RJ, denunciou o deputado estadual Rodrigo Amorim (PTB-RJ) por violência política de gênero.

De acordo com a denúncia, no dia 17 de maio o deputado teria assediado, constrangido e humilhado Benny Briolly, vereadora do PSOL em Niterói, durante um discurso.

Para a Procuradoria, o crime eleitoral teria como meta impedir e dificultar o desempenho do mandato da vereadora.

Na denúncia, oferecida na noite de sexta-feira (1°), os procuradores regionais Neide Cardoso de Oliveira e José Augusto Vagos citaram que o discurso teve transmissão ao vivo pela TV Alerj, e retransmissão em diversas mídias, em especial na internet, alcançando grande repercussão, e que vitimizou diretamente uma funcionária pública no exercício das suas funções.

No Código Eleitoral, o crime imputado a Amorim tem penas previstas entre 1 e 4 anos de prisão e multa. Esse tipo de condenação por decisões dos TREs pode levar a inelegibilidade por oito anos.

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“Admitindo-se que o Deputado ou qualquer parlamentar possa assediar, constranger, humilhar e subjugar outra parlamentar mulher e impedi-la de exercer seu mandato, agredindo-a de forma aviltante, invalida-se a norma penal e o crime de violência política de gênero”, destacam os procuradores.

Na avaliação da PRE/RJ, a divulgação das ofensas e humilhações causaram grave dano político à vítima em relação a sua imagem diante do seu eleitorado e demais eleitores.

Em nota, a assessoria do deputado informou que só vai se pronunciar após ser notificado oficialmente da decisão. Do G1 Rio

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