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Pabblo Vittar, Duda Beat, Martinho da Vila e outros artistas participam de novo jingle de Lula

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Lula e Janja durante o lançamento da chapa do ex-presidente e Alckmin para a Presidência, em SP; ao fundo, artistas que participam de clipe da campanha – Foto: Felipe Rau / Estadão conteúdo 

Durante o evento que oficializou a chapa Lula-Alckmin para concorrer à Presidência da República em 2022, neste sábado (7), foi lançada uma nova versão do jingle usado pelo petista na campanha de 1989, conhecido como “Lula lá”.

Chamada de “Sem Medo de Ser Feliz”, a música atual é de Leonardo Leone e conta com a participação de Pabllo Vittar, Duda Beat, Chico César, Martinho da Vila, Lenine, Maria Rita, Paulo Miklos, Zelia Duncan, Flor Gil, Gilsons, Russo Passapusso (Baiana System), Martin’ália, Mateo (Francisco el Hombre), Otto, Teresa Cristina, Odair José, Antonio Grassi, Daniel Ganjaman, Dadi Carvalho, Francis e Olivia Hime, Rogeria Holtz, Ju de Paula e Luciana Worms.

Mosaico com artistas que participam do jingle da campanha de Lula à Presidência – Foto: Reprodução/YouTube

O autor da versão original é Hilton Acioli e, em 1989, o clipe tinha entre seus participantes artistas como Chico Buarque, Beth Carvalho e Gal Costa, entre outros.

Lançamento da chapa

No evento, Luiz afirmou neste sábado (7) que a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) não será ministra de seu governo, caso seja eleito.

“Tem muita gente, na perspectiva de criar confusão entre nós dois, que diz: ‘você vai levar a Dilma para o ministério?’ .Nem eu vou levar, e jamais a Dilma caberia em um ministério. Porque a Dilma tem a grandeza de ter sido a primeira mulher presidente da história deste país. Dilma, você não vai ser ministra, mas vai ser minha companheira de todas as horas como sempre foi”, disse Lula.

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Em abril, Lula já havia descartado a presença de Dilma em seu governo. “Eu acho que não dá certo chamar um presidente para ser seu ministro, você vai tornar ele uma figura inferior a você na escala de autoridade. A tendência é dar problema”, disse em entrevista a uma rádio.

O evento deste sábado começou por volta das 10h30 e reuniu lideranças políticas e apoiadores no Expo Center Norte, na Zona Norte de São Paulo.

A expectativa era a de que os antigos adversários Lula e Alckmin aparecessem juntos no palco para reforçar a imagem da nova aliança. Alckmin, no entanto, participou apenas de forma virtual, já que foi diagnosticado com Covid-19 na sexta-feira (6).

Alckmin falou por um telão por estar com Covid – Foto: Marina Pinhoni

‘Chuchu com lula’

O ex-governador de São Paulo foi o primeiro a falar. Em discurso apresentado no telão, Alckmin lamentou que a Covid-19 tenha impossibilitado sua presença, mas agradeceu à vacina por ter tido apenas sintomas leves da doença.

“Nenhuma divergência do passado, nenhuma diferença do presente, nem as eventuais discordâncias de hoje ou de amanhã. Absolutamente nada servirá de desculpa ou pretexto para que eu deixe de defender com toda minha convicção a volta de Lula à Presidência do Brasil. […] Acima das disputas, algo mais urgente e relevante se impõe: a defesa da própria democracia”, disse Alckmin.

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Lula discursa durante lançamento oficial de sua chapa com Alckmin para a disputa presidencial neste ano. — Foto: André Ribeiro / Futura Press / Estadão conteúdo 

Ele criticou o atual governo do presidente Jair Bolsonaro (PL), pré-candidato à reeleição.

“O Brasil sobrevive hoje ao mais desastroso e cruel governo da sua história. Perdulário nas despesas públicas, hipócrita no combate à corrupção, patrocinador de conflitos temerários e querelas inúteis, despreparado na questão de economia, ineficiente administrativamente e socialmente injusto e irresponsável. […] Prometemos hoje ao Brasil um governo realmente democrático.”

Alckmin também brincou com seu apelido de “chuchu” e com o fato de ser adversário histórico de Lula no passado.

“Mesmo que muitos discordem da sua opinião de que lula é um prato que cai bem com chuchu – o que eu acredito vá ainda se tornar um hit da nossa culinária -, quero lhe dizer perante toda a sociedade brasileira: muito obrigado. Serei um parceiro leal, seriamente compromissado com seu propósito de fazer o Brasil um país mais justo e economicamente mais forte”, disse o ex-governador. Veja mais no G1 São Paulo

Lula discursa durante lançamento oficial de sua chapa com Alckmin para a disputa presidencial neste ano – Foto: Suamy Beydoun / AGIF – Agência de fotografia / Estadão conteúdo 

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Ex-presidente Lula avisa: luz vai ficar muito mais cara para os Brasileiro com venda da Eletrobrás

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O Brasil vai perder sua soberania e segurança energética caso a Eletrobrás seja privatizada, afirmou o ex-presidente Lula – Foto: Reuters

Brasil  247 – As contas de luz devem ficar mais caras e o Brasil vai perder sua soberania e segurança energética caso a Eletrobrás seja privatizada, afirmou o ex-presidente Lula ao comentar o processo de venda da maior empresa de geração de energia do País.

Lula avisou no Twitter: “as contas de luz devem ficar ainda mais caras”. “Só que quem não sabe governar tenta vender empresas estratégicas, ainda mais correndo para vender em liquidação”, escreveu. 

O Tribunal de Contas da União (TCU) pode aprovar hoje a venda da Eletrobrás. Com isso, Jair Bolsonaro pretende acelerar a entrega da empresa ao setor privado – uma das metas da chamada “ponte para o  futuro”, a agenda econômica do golpe contra Dilma Rousseff.

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