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Fake news contra Dilma feita com manipulação de inteligência artificial coloca novo desafio para o TSE

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Simulação da voz da ex-presidente mostra como o bolsonarismo poderá trabalhar criminosamente nas eleições de 2022 – Foto: Ricardo Stuckert

Brasil 247 – O jornalista Bruno Sartori denunciou pelo Instagram na noite de quinta-feira (13) uma nova fake news que está sendo espalhada pelas redes sociais. Desta vez a vítima é a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que deixou a Presidência após um golpe de Estado em 2016.

O conteúdo falso, porém, é muito mais complexo e requintado do que os que costumam circular nos territórios da internet.

Criada a partir de inteligência artificial, a voz de Dilma é imitada por um computador, que lê a música “Beijinho No Ombro”, da funkeira Valesca Popozuda, como se fosse a ex-presidente.

O método é chamado de deep fake, e pode, além da voz, simular o rosto da vítima, tornando o conteúdo ainda mais real.

“Essa voz não é de uma imitadora de Dilma. Ela foi criada 100% com inteligência artificial. É só um computador lendo um texto. Em algum porão escuro, podem estar agora produzindo conteúdo falso para usar durante as eleições. A vacina contra a desinformação é a educação!”, escreveu Sartori.

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As deep fakes impõem um novo desafio ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que terá de estar atento a esta nova possibilidade de ataque que poderá ser utilizada durante a campanha presidencial de 2022.

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Veja o Vídeo Abaixo: O ex-deputado federal, Sibá Machado, gravou um vídeo polêmico onde fez um desabafo contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, o Juiz Sérgio Moro e o governador do Acre, Gladson Cameli. Sibá não perdeu a oportunidade de alfinetar o gestor em se tratando do escândalo de corrupção no qual para a Polícia Federal, Cameli é tido como o chefe de uma organização Criminosa que desviou quase R$ 1 bilhão de reais dos cofres públicos do Estado.

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Lula promete poder de compra maior, enquanto Bolsonaro assaltou os brasileiros nos preços dos combustíveis

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Vídeo da campanha do ex-presidente destaca aumento dos combustíveis e do custo de vida, enquanto Bolsonaro admite que já poderia ter mudado a política da Petrobrás – Foto: Washington Alves / Reuters / 11/05 / 2022

Brasil 247 – A nova equipe de comunicação da pré-campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acertou o tom ao divulgar um novo vídeo focado na questão do custo de vida, com destaque para a perda de poder de compra da população em decorrência dos aumentos nos combustíveis e nos alimentos. “Por onde você olha, tudo ficou mais caro”, diz o vídeo, destacando imagens de alimentos na feira, da gasolina e do gás de cozinha.

A peça casa com a percepção dos brasileiros, que apontam que o maior problema do País hoje é a inflação e a falta de perspectivas econômicas. E é exatamente isso que explica a possibilidade de vitória de Lula no primeiro turno.

Do lado de Jair Bolsonaro, ele pela primeira vez deu razão ao ex-presidente Lula e à ex-presidente Dilma Rousseff ao dizer, no dia de ontem, que não há qualquer impedimento para mudar a política de preços da Petrobrás, que foi alterada por Michel Temer após o golpe de estado de 2016, com a finalidade de retirar renda dos brasileiros e transferi-la para acionistas privados e internacionais da Petrobrás.

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“O que eu acho que Petrobras poderia fazer, tem um artigo constitucional que fala da finalidade social da Petrobras. Não está sendo levado em conta. A paridade internacional só existe no Brasil”, disse ele, referindo-se ao Preço de Paridade de Importação. “O PPI não é uma lei, é uma resolução do Conselho [de Administração da Petrobras]. Se o Conselho achar que tem de mudar, muda, mas a população como um todo não pode sofrer essa barbaridade porque atrelado ao preço do combustível está a inflação e poder aquisitivo da população está lá embaixo”, disse ele.

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