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RJ começa a implantar bases do Samu para desafogar atendimento em hospitais das Zonas Norte e Oeste do Rio

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O Rio inaugurou, neste sábado (5), sua primeira base operacional descentralizada do Samu. Posto fica no Pavilhão de São Cristóvão e funcionará 24 horas – Foto: Governo do Rio de Janeiro

O Rio inaugurou, neste sábado (5), sua primeira base operacional descentralizada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O posto fica no Pavilhão de São Cristóvão e funcionará 24 horas.

De acordo com o governo do estado, a base tem como objetivo ampliar a capacidade de atuação na Zona Norte carioca, atendendo principalmente os bairros de São Cristóvão, Vila Isabel, Tijuca, Andaraí, Grajaú, Mangueira e Centro, além de ajudar a desafogar os hospitais locais.

Atualmente, a região concentra cerca de 1.300 atendimentos por mês junto à Central de Atendimentos 192, incluindo o socorro em vias públicas, atendimentos domiciliares, psiquiátricos e transferências emergenciais entre hospitais. O Samu capital recebe, por mês, cerca de 25 mil chamados. O cidadão pode solicitar o serviço por meio da Central 192 do Rio de Janeiro.

Outras bases descentralizadas do Serviço começarão a operar, nesta segunda-feira (6), no Hospital Estadual Eduardo Rabelo e nas UPAs Jacarepaguá, Ricardo de Albuquerque, Campo Grande I, Bangu e Irajá. Do G1 Rio

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Programa Saúde com Agente oferece formação técnica para 200 mil profissionais em todo o Brasil

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O objetivo é melhorar os indicadores de saúde, a qualidade e a resolutividade dos serviços da Atenção Primária no Brasil – Foto: Geovana Albuquerque / Agência Brasília

O Ministério da Saúde lançou, nesta quarta-feira (22), os cursos de formação técnica do programa Saúde com Agente. A iniciativa vai capacitar cerca de 200 mil Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate a Endemias, com o objetivo de melhorar os indicadores de saúde, a qualidade e a resolutividade dos serviços da Atenção Primária no Brasil.

O programa, lançado em dezembro de 2020, conta com a parceria do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e das Secretarias Municipais de Saúde. Até fevereiro de 2022, 5.452 municípios aderiram ao programa – cerca de 98% das cidades brasileiras – com 236.453 inscrições. Dessas, 198.265 foram homologadas em junho deste ano. 

Ao todo, são ofertadas 138 mil vagas para o Curso Técnico de Agentes Comunitários de Saúde e 62 mil vagas para Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, com investimento de mais de R$ 388 milhões, com recursos inteiramente da União.

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O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Hélio Angotti Neto, detalha como será a capacitação.

“É um curso que vai tratar de conhecimentos, ciências, técnicas, habilidades e atitudes, a parte ética. É um curso de formação integral e global. E esse é o tipo de saúde que queremos para nosso cidadão: uma saúde integral, com pessoas compromissadas com o bem, compromissadas com o nosso país.”

Segundo o Ministério da Saúde, o intuito é que os agentes tenham um olhar apurado sobre as informações coletadas nas residências e saibam como melhor orientar os pacientes que precisam de atendimento em saúde. 

As aulas estão previstas para começar no dia 9 de agosto deste ano, na modalidade à distância (EAD), com atividades presenciais realizadas no ambiente de trabalho dos agentes. Nos municípios com dificuldade ou sem acesso à internet, os alunos poderão assistir às aulas pela TV, pelo canal Mais Conasems.

“Um curso que, em dez meses intensivos, oferecerá 1.275 horas de experiência e de aprendizagem para elevar toda uma categoria profissional a nível técnico, para distribuir conhecimento e capacitação, e para ajudar a modernizar nosso Sistema Único de Saúde”, afirma o secretário.

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Durante o lançamento dos cursos, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, destacou o papel fundamental dos Agentes Comunitários de Saúde e de Combate a Endemias.

“Os nossos recursos humanos são parte fundamental da eficiência e da qualidade da assistência à saúde. E parte importante desses recursos humanos são os Agentes Comunitários de Saúde. São os olhos do SUS na casa de cada um dos brasileiros. São vocês que chegam lá para ver e ouvir os reclames da nossa sociedade. Então, é muito mais do que justo que nós nos empenhemos ao máximo para qualificar os Agentes Comunitários de Saúde.”

“Esse curso, com a abrangência que tem, com o conteúdo programado de excelência que foi elaborado em parceria com uma das melhores universidades do Brasil, fará uma verdadeira revolução no nosso sistema de saúde”, acrescenta.

Para outras informações, acesse a página oficial do Ministério da Saúde ou ligue gratuitamente para o 136. Fonte: Brasil 61

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