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Falso médico é descoberto após amputar perna de vítima em acidente em Lavrinhas, no interior de São Paulo

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Mesmo sem diploma, Gerson Lavísio, de 32 anos, prestava serviço para a concessionária que administra a Rodovia Presidente Dutra – Reprodução TV Vanguarda

Metrópoles – Acusado de praticar medicina sem licença, Gerson Lavísio, de 32 anos, foi descoberto após determinar a amputação da perna de uma vítima de acidente envolvendo três caminhões em Lavrinhas, no interior de São Paulo, no domingo (13/3). Ele trabalhava na concessionaria CCR, que administra a Rodovia Presidente Dutra.

A decisão sobre o procedimento cirúrgico chamou a atenção de médicos, que acionaram a Polícia Rodoviária Federal. Lavísio foi detido por exercício ilegal da medicina, na manhã desta terça-feira (15/3), na Rodovia Presidente Dutra, área rural de Pindamonhangaba, litoral norte.

Em nota, a Secretaria de Segurança de São Paulo informou que “policiais rodoviários federais receberam denúncia sobre um indivíduo que estaria trabalhando como médico ilegalmente e foram até o local citado, onde detiveram o suspeito. Ele confessou que não é médico, apenas fez curso de socorrista”.

O suspeito acabou liberado após assinatura de um termo circunstanciado. O caso foi registrado pelo 1º DP de Pindamonhangaba e encaminhado ao Juizado Especial Criminal (Jecrim). Procurada, a concessionária que administra a rodovia ainda não se manifestou. O Metrópoles não conseguiu contatar a defesa do acusado.

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Veja o Vídeo Abaixo: Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que os corajosos defensores continuam a infligir perdas devastadoras às tropas russas. De acordo com o ucraniano, em breve o número de helicópteros abatidos da Rússia chegará a centenas de unidades. Eles já perderam 80 aviões de guerra. Centenas de tanques e milhares de outras unidades de equipamento. Em 19 dias, o exército russo perdeu mais na Ucrânia do que em duas guerras sangrentas e de anos na Chechénia.

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Tecnologia e tratamento humanizado: dentista do Gama atrai pacientes do DF e das principais capitais do país

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A ausência de dentes impacta na alimentação e articulação de palavras. Para auxiliar as pessoas que sofrem com esse problema – Foto: Acervo Dr. Implante

Correio Braziliense – A última Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada em 2019 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que mais de 14 mil adultos sofrem com a perda dentária total. A condição é preocupante, já que os dentes são a porta de entrada para todos os alimentos ingeridos ao longo da vida e, além disso, são fundamentais para a articulação de palavras.

Buscando transformar a realidade dos brasileiros que possuem a qualidade de vida impactada por esses problemas dentários, Felipe Cavalcante Machado se especializou em Odontologia. Atuando na área desde 2014, o profissional, que atende no Gama, oferece tratamentos humanizados, focados em proporcionar uma experiência individual para cada paciente.

“Eu sou filho de pais que, hoje, são implantados. Eu mesmo fiz os implantes neles. Conheço bem os problemas de pessoas que têm ausência de dente ou problema na mastigação, na fonética e diminuição da autoestima. Quando eu ‘vendo’ dente, ‘vendo’ sorriso e devolvo ao paciente não só a condição funcional, mas a esperança e felicidade”, diz.

Para que o trabalho seja possível, Machado conta com um consultório digitalizado e com equipamentos modernos. As moldagens dentárias, por exemplo, contam com o suporte de um scanner. O dispositivo permite realizar a cópia dos dentes e da gengiva para ser visualizado em 3D, por meio da tela de computador.

A inovação permite que o paciente evite a utilização do método tradicional de moldagem, que pode trazer desconforto como náuseas e sensações de sufocamento para alguns indivíduos. O processo é mais simplificado e menos invasivo, pois realiza uma leitura completa da arcada dentária por meio de uma câmera intraoral.

“Nosso tratamento é praticamente todo digital e informatizado. Dessa forma, além de acelerar o tratamento, temos a possibilidade do paciente ter uma expectativa de como vai ficar o sorriso dele antes mesmo de concluir o procedimento. A ferramenta ajuda muito a personalizar os dentes dos pacientes para cada tipo de rosto, visto que cada um tem um formato específico”

Felipe Cavalcante Machado

Para conseguir montar o seu consultório com tecnologias odontológicas mais avançadas, o profissional construiu o seu sonho aos poucos. Assim como a maioria dos seus colegas, o seu primeiro local de trabalho, no Novo Gama, era pequeno e com poucos recursos tecnológicos. Agora, com a mudança para o Gama, o investimento foi maior e proporcionou a possibilidade de oferecer tratamentos mais completos e diferenciados no mercado.

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“Acredito que o meu crescimento profissional tem a ver com o meu tratamento humanizado. A gente trata cada paciente com a sua necessidade, desde a formação dos dentes até o procedimento que será proposto a eles. Não é só colocar um dente ou uma lente de contato, vai muito além disso. A personalização e o atendimento humanizado, desde a recepção até o pós-tratamento, são importantes. Estamos sempre em contato com o paciente para saber como ele está”, comenta.

Indicações

De acordo com Machado, qualquer indivíduo que tenha perdido um elemento dentário pode realizar um implante. Entretanto, algumas condições limitam a realização do tratamento. Doenças não controladas como a diabetes e problemas de pressão tendem a dificultar a cirurgia. O estado de saúde, em geral, tem que ser positivo para estar apto a receber os implantes.

“O implante dentário é um dos procedimentos mais tranquilos da odontologia. Tem risco como qualquer cirurgia, mas hoje a nossa taxa de sucesso é de 99%. Quando a gente tem algum problema com implante, geralmente está associado aos pacientes que são fumantes ou diabéticos”, reforça.

A utilização de materiais de boa qualidade tende a minimizar os riscos. Machado explica que, no consultório, é realizado um procedimento que em até 28 dias o implante consegue estar cicatrizado. Com métodos mais antigos, esse processo costuma demorar de três a quatro meses.

“Quando a gente pega um paciente diabético, ele pode até manter a diabetes controlada por 28 dias, que é o período de osseointegração do implante com materiais importados. Se você solicita que ele mantenha o controle da doença por quatro ou cinco meses, é mais complicado”, informa.

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Para pacientes sem histórico de enfermidades, o procedimento pode ser mais rápido. Por meio do implante de carga imediata, o dentista pode fazer a instalação da prótese logo após a cirurgia de implantação do pino de titânio. Depois disso, basta manter os cuidados durante o pós-operatório. Em até 72 horas, é possível ter os dentes implantados. Além da rapidez, o processo gera mais conforto durante o período de osseointegração.

A técnica é voltada para pacientes que possuem condições necessárias nos ossos da boca para receber o implante. Caso contrário, outros tratamentos devem ser avaliados, como o All-On-Four, onde é realizada a ancoragem do seio zigomático.

Lentes de contato

As lentes de contato dentárias se tornaram populares nos últimos anos. Esse tratamento odontológico consiste em melhorar a aparência dos dentes, buscando corrigir irregularidades no formato, cor e espaçamento dentário. Consideradas próteses superfinas, as lentes são aplicadas sobre o dente natural do paciente.

“Sou apaixonado em devolver estética para os pacientes. Eu falo que estamos na contramão do mundo, onde o pessoal bota a máscara e possui um dia a dia que tira a autoestima. Para o tratamento, geralmente as lentes de contato são feitas em quatro visitas, em um prazo médio de 25 dias”, comenta.

A primeira consulta é voltada para a avaliação e fotografia intra e extrabucal, por meio do escaneamento. Na outra sessão, o paciente faz uma prova do mockup e já vê o futuro sorriso mesmo antes de finalizar o procedimento. “Ele tem um molde do sorriso. Eu chamo de ‘teste drive’. Aprovando isso, a gente faz os preparos e, na outra consulta, a gente encaixa as lentes de contato”, complementa Machado.

Clique aqui para tirar dúvidas.

Matéria escrita pela jornalista Gabriella Collodetti

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