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Câncer de tireoide: Dr. Rafael De Cicco tira dúvidas sobre o diagnóstico e tratamento da doença

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No Brasil a estimativa é de 13.780 novos casos de câncer de tireoide por ano no triênio 2020/2022 – FREEPIK

Conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), para cada ano do triênio 2020/2022, estima-se um número de 13.780 novos casos de câncer de tireoide no Brasil. Ao desmembrar tais números entre o sexo masculino e feminino, isso equivaleria a 1.830 casos em homens e 11.950 em mulheres. Informações 1news

O câncer de tireoide é um tipo de tumor que cresce cada vez mais entre as pessoas do sexo feminino. Hoje está na 5ª posição de neoplasias mais frequentes entre as mulheres, podendo chegar ao posto de 3º lugar até 2025.

Apesar dos números crescentes, o tipo mais comum, que é o carcinoma papilifero, resume-se num tumor de crescimento lento e que age num comportamento menos agressivo. Sendo assim, a mortalidade para o câncer de tireoide não resultou em aumento significativo.

‘Quando detectado a tempo, o câncer de tireoide, tendo um acompanhamento correto e o tratamento adequado, tende a resultar na cura’, explica o Dr. Rafael De Cicco, médico oncologista e cirurgião de cabeça e pescoço.

Contudo, a doença pode não apresentar sinais e sintomas perceptíveis no início, dificultando o diagnóstico precoce, sendo importante as consultas de rotina e exames periódicos, especialmente em casos de histórico familiar, acrescenta o médico.

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‘A baixa agressividade do tumor faz com que a terapia principal do mesmo seja a remoção através de cirurgia. E nem sempre a retirada de toda a glândula da tireoide, procedimento conhecido como tireoidectomia total, surge como única e exclusiva necessidade no tratamento’, esclarece Dr. Rafael. O médico ainda destaca que existem hoje diversas formas de procedimentos cirúrgicos diferentes, como a cirurgia robótica e endoscópica da tireóide.

Quando o assunto são os tratamentos complementares, esses geralmente se restringem a pacientes acometidos por tumores mais agressivos na glândula, normalmente com tamanhos maiores. Nesses casos há o procedimento de tireoidectomia e a iodoterapia, feita com o iodo radioativo, atuando inclusive em metástases.

As tradicionais quimioterapia e radioterapia geralmente não são recomendadas como tratamento para este tipo de câncer. ‘Dado o nosso conhecimento acerca desta doença, que mostra comportamento menos agressivo, devemos também ser menos agressivos, com objetivo de curar, ao mesmo tempo reduzindo os danos aos pacientes, sejam eles funcionais ou estéticos,’ finaliza o Dr. Rafael De Cicco.

Dr. Rafael De Cicco – Formação e experiência:

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CRM-SP 112.733 – RQE 46.606

Doutor em Oncologia – AC Camargo Câncer Center;

Especialista em Cirurgia de Cabeça e Pescoço;

Pós-graduação em Cirurgia Robótica e Endoscópica de Pescoço – Hospital Israelita Albert Einstein;

Chefe do Departamento de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Instituto de Câncer Doutor Arnaldo.

Saiba mais: www.rafaeldecicco.com.br

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Veja o Vídeo Abaixo: O senador Marcos Rogério (DEM-RO) comenta os depoimentos de Walter Correa de Souza Neto, um dos médicos da Prevent Senior que fizeram denúncias contra a operadora de planos de saúde, e de Tadeu Frederico de Andrade, beneficiário da Prevent Senior, que teria sido vítima dos protocolos seguidos pela empresa.

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Programa Saúde com Agente oferece formação técnica para 200 mil profissionais em todo o Brasil

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O objetivo é melhorar os indicadores de saúde, a qualidade e a resolutividade dos serviços da Atenção Primária no Brasil – Foto: Geovana Albuquerque / Agência Brasília

O Ministério da Saúde lançou, nesta quarta-feira (22), os cursos de formação técnica do programa Saúde com Agente. A iniciativa vai capacitar cerca de 200 mil Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate a Endemias, com o objetivo de melhorar os indicadores de saúde, a qualidade e a resolutividade dos serviços da Atenção Primária no Brasil.

O programa, lançado em dezembro de 2020, conta com a parceria do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e das Secretarias Municipais de Saúde. Até fevereiro de 2022, 5.452 municípios aderiram ao programa – cerca de 98% das cidades brasileiras – com 236.453 inscrições. Dessas, 198.265 foram homologadas em junho deste ano. 

Ao todo, são ofertadas 138 mil vagas para o Curso Técnico de Agentes Comunitários de Saúde e 62 mil vagas para Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, com investimento de mais de R$ 388 milhões, com recursos inteiramente da União.

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O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Hélio Angotti Neto, detalha como será a capacitação.

“É um curso que vai tratar de conhecimentos, ciências, técnicas, habilidades e atitudes, a parte ética. É um curso de formação integral e global. E esse é o tipo de saúde que queremos para nosso cidadão: uma saúde integral, com pessoas compromissadas com o bem, compromissadas com o nosso país.”

Segundo o Ministério da Saúde, o intuito é que os agentes tenham um olhar apurado sobre as informações coletadas nas residências e saibam como melhor orientar os pacientes que precisam de atendimento em saúde. 

As aulas estão previstas para começar no dia 9 de agosto deste ano, na modalidade à distância (EAD), com atividades presenciais realizadas no ambiente de trabalho dos agentes. Nos municípios com dificuldade ou sem acesso à internet, os alunos poderão assistir às aulas pela TV, pelo canal Mais Conasems.

“Um curso que, em dez meses intensivos, oferecerá 1.275 horas de experiência e de aprendizagem para elevar toda uma categoria profissional a nível técnico, para distribuir conhecimento e capacitação, e para ajudar a modernizar nosso Sistema Único de Saúde”, afirma o secretário.

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Durante o lançamento dos cursos, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, destacou o papel fundamental dos Agentes Comunitários de Saúde e de Combate a Endemias.

“Os nossos recursos humanos são parte fundamental da eficiência e da qualidade da assistência à saúde. E parte importante desses recursos humanos são os Agentes Comunitários de Saúde. São os olhos do SUS na casa de cada um dos brasileiros. São vocês que chegam lá para ver e ouvir os reclames da nossa sociedade. Então, é muito mais do que justo que nós nos empenhemos ao máximo para qualificar os Agentes Comunitários de Saúde.”

“Esse curso, com a abrangência que tem, com o conteúdo programado de excelência que foi elaborado em parceria com uma das melhores universidades do Brasil, fará uma verdadeira revolução no nosso sistema de saúde”, acrescenta.

Para outras informações, acesse a página oficial do Ministério da Saúde ou ligue gratuitamente para o 136. Fonte: Brasil 61

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