Política

Moraes critica milícias digitais e diz que democracia será garantida com eleições limpas e urnas eletrônicas

Publicados

Política

A declaração foi um recado para Jair Bolsonaro e aliados, que têm atacado o Judiciário e as urnas eletrônicas – Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Brasil 247 – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes afirmou, neste sábado (14), que “as milícias digitais produzem conteúdo falso, notícias fraudulentas, e têm o mesmo ou mais acesso que a mídia tradicional”.

“Como não dá para atacar o povo, começaram a atacar os instrumentos que garantem a democracia”, disse ele no Congresso Brasileiro de Magistrados, que acontece até este sábado, em Salvador (BA).

“Vamos garantir a democracia no Brasil com eleições limpas, transparentes e por urnas eletrônicas. Em 19 de dezembro, quem ganhar vai ser diplomado nos termos constitucionais, e o Poder Judiciário vai continuar fiscalizando e garantindo a democracia”, acrescentou.

O magistrado concedeu as declarações em um contexto no qual aliados do bolsonarismo têm atacado a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro. Jair Bolsonaro (PL), por exemplo, tem defendido que as Forças Armadas atuem na checagem dos resultados das próximas eleições.

Leia Também:  Bolsonaro afronta Moraes, faltará a depoimento na Polícia Federal e irá recorrer ao plenário do STF

Membros do Poder Judiciário têm repudiado o posicionamento de Bolsonaro. No mesmo evento de magistrados, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin, disse, nessa sexta-feira (13), que não permitirá a “subversão do processo eleitoral” no País.

Quem também participou do congresso foi o ministro do STF Luís Roberto Barroso. O magistrado criticou ataques contra as urnas eletrônicas e disse que perdeu tempo “discutindo a bobagem do voto impresso”.

O TSE concluiu testes sobre a segurança das urnas. De acordo com o tribunal, investigadores não conseguiram alterar votos ou afetar apuração.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Ciro Gomes amarga mais uma traição, e como dói: O palanque dele no Rio de Janeiro era de vidro e se quebrou

Publicados

em

Washington Quaquá, Ana de Holanda, irmã do cantor Chico Buarque, que apoia a candidatura de Marcelo Freixo ao governo. Reprodução / Twitter

Ricardo Noblat / Metrópoles – Era uma vez o palanque que Ciro Gomes (PDT) tinha no Rio de Janeiro para chamar de seu. Ele o perdeu, ontem à noite, quando Rodrigo Neves, ex-prefeito de Niterói e candidato do PDT ao governo, firmou com uma ala de petistas uma aliança informal de apoio à candidatura de Lula a presidente.

Mais de 3 mil pessoas lotaram o auditório da ABI no centro do Rio para celebrar a aliança. Compareceram, por exemplo, Washington Quaquá, vice-presidente nacional do PT e a ex-ministra da Cultura do governo Dilma, Ana de Holanda, irmã do cantor Chico Buarque, que apoia a candidatura de Marcelo Freixo (PSB) ao governo.

Durante o evento foi lançado manifesto de apoio à chapa Lula presidente e Rodrigo governador. Ciro não foi consultado a respeito. Quaquá disse que o mais importante é isolar Bolsonaro no Rio:

“Ciro teve 19% das eleições passadas no Rio e hoje tem 8%. Para derrotar Bolsonaro precisamos conversar com o eleitor de Ciro. A frente democrática tem que ser feita no primeiro turno”.

Leia Também:  Veja o Vídeo: Anitta critica decisão do TSE de proibir manifestações políticas no Lollapalooza: "isso é censura"

O apoio a Rodrigo atrai nomes do PSB que não acreditam nas chances de Freixo derrotar o governador Cláudio de Castro (PL), candidato à reeleição. Rodrigo quer ter Lula no seu palanque, mesmo que ele siga apoiando Freixo. E não descarta abrir o palanque para Ciro, se ele insistir em manter sua candidatura.

Lula é esperado no Rio nesta quinta-feira para um ato público de apoio a Freixo. Dirá que seu candidato ao Senado é o deputado estadual André Siciliano (PT), que está mais próximo de Castro do que de Freixo. Castro é apoiado por Bolsonaro, mas não faz alarde disso para não perder votos. Uma zorra.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

TUDO SOBRE POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA