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Ciro Gomes amarga mais uma traição, e como dói: O palanque dele no Rio de Janeiro era de vidro e se quebrou

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Washington Quaquá, Ana de Holanda, irmã do cantor Chico Buarque, que apoia a candidatura de Marcelo Freixo ao governo. Reprodução / Twitter

Ricardo Noblat / Metrópoles – Era uma vez o palanque que Ciro Gomes (PDT) tinha no Rio de Janeiro para chamar de seu. Ele o perdeu, ontem à noite, quando Rodrigo Neves, ex-prefeito de Niterói e candidato do PDT ao governo, firmou com uma ala de petistas uma aliança informal de apoio à candidatura de Lula a presidente.

Mais de 3 mil pessoas lotaram o auditório da ABI no centro do Rio para celebrar a aliança. Compareceram, por exemplo, Washington Quaquá, vice-presidente nacional do PT e a ex-ministra da Cultura do governo Dilma, Ana de Holanda, irmã do cantor Chico Buarque, que apoia a candidatura de Marcelo Freixo (PSB) ao governo.

Durante o evento foi lançado manifesto de apoio à chapa Lula presidente e Rodrigo governador. Ciro não foi consultado a respeito. Quaquá disse que o mais importante é isolar Bolsonaro no Rio:

“Ciro teve 19% das eleições passadas no Rio e hoje tem 8%. Para derrotar Bolsonaro precisamos conversar com o eleitor de Ciro. A frente democrática tem que ser feita no primeiro turno”.

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O apoio a Rodrigo atrai nomes do PSB que não acreditam nas chances de Freixo derrotar o governador Cláudio de Castro (PL), candidato à reeleição. Rodrigo quer ter Lula no seu palanque, mesmo que ele siga apoiando Freixo. E não descarta abrir o palanque para Ciro, se ele insistir em manter sua candidatura.

Lula é esperado no Rio nesta quinta-feira para um ato público de apoio a Freixo. Dirá que seu candidato ao Senado é o deputado estadual André Siciliano (PT), que está mais próximo de Castro do que de Freixo. Castro é apoiado por Bolsonaro, mas não faz alarde disso para não perder votos. Uma zorra.

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Sob pressão, Guedes ataca França e ameaça: ‘melhor nos tratarem bem ou vamos ligar o f***-se’, veja o vídeo

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Ministro também disparou contra críticas sobre o desmonte ambiental feito pelo governo Bolsonaro: ‘vocês não conseguem proteger um quarteirão, deixaram queimar Notre-Dame’ – Foto: Adriano Machado/Reuters | Ludovic Marin/Pool via Reuters

Sputnik – Ministro diz que França perdeu a importância que tinha nas relações comerciais com o Brasil e faz um paralelo com dados de comércio entre China e Brasil. Ao mesmo tempo, diz aos franceses para tratarem bem o governo brasileiro se não “vai ligar o f***-se”.

Na terça-feira (9), Paulo Guedes concedeu uma série de declarações em relação ao intercâmbio econômico entre Brasil e outras nações durante a abertura do congresso da Abrasel, destacando que a entrada brasileira na OCDE aumentará o nível de investimento estrangeiro no país, segundo o UOL.

O ministro da Economia também comentou que a demora para a assinatura do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia diminuirá a relevância econômica da Europa com os países da América Latina.

Especificamente, Guedes citou a França e contou sobre uma conversa que teve com um ministro francês, o qual teria criticado as queimadas na Amazônia.

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“E vocês que não conseguem proteger um quarteirão, deixaram queimar Notre-Dame”, afirmou Guedes referindo-se à histórica catedral gótica em Paris que pegou fogo em 2019.

Ao mesmo tempo, na visão da autoridade brasileira, a França é uma das nações que perderam a importância econômica com o Brasil e, por isso, deve “tratar” o Brasil muito bem.

“Nosso comércio com vocês [França] era de US$ 2 bilhões [R$ 10 bilhões] no início do século. Com a China foram US$ 2 bilhões [R$ 10 bilhões] também. Hoje nós comercializamos com vocês US$ 7 bilhões [R$ 35 bilhões]. E comercializamos com a China US$ 120 bilhões [R$ 606 bilhões]. Vocês [França] estão ficando irrelevantes para nós. É melhor vocês nos tratarem bem porque senão vamos ligar o f***-se para vocês”, disse Guedes ainda relatando a conversa entre ele e o ministro.

Também ontem (9), o chefe da Economia informou, sobre a política econômica interna, que uma proposta para a criação de uma meta de dívida pública, que substituiria o teto de gastos, está em fase final de estudos, conforme noticiado.

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