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Rejeitado pelo presidente Joe Biden, Bolsonaro não deve comparecer à Cúpula das Américas

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Recentemente, Bolsonaro mostrou irritação com as revelações de que o diretor da CIA, William Burns, recomendou que o Bolsonaro deveria parar de duvidar do sistema eleitoral – Foto: Reuters / Adriano Machado | Reuters / Leah Millis

Brasília / Reuters) – O presidente Jair Bolsonaro não deve comparecer à Cúpula das Américas, marcada para os dias 6 a 10 de junho, em Los Angeles, de acordo com fontes ouvidas pela Reuters.

A decisão ainda não é definitiva, e o presidente até agora não deu razões para sua intenção de não comparecer ao evento, segundo as fontes.

Consultado, o Itamaraty disse que “a presença do presidente está sob avaliação e não confirmada.”

De acordo com uma fonte, conversas iniciais chegaram a ser feitas entre as diplomacias de Brasil e Estados Unidos sobre a possibilidade de um encontro oficial entre Bolsonaro e o presidente norte-americano, Joe Biden, mas não teriam avançado.

Recentemente, Bolsonaro mostrou irritação com as revelações, feitas pela Reuters, de que o diretor da CIA, William Burns, em visita ao Brasil, teria dito ao governo brasileiro que o presidente deveria parar de levantar dúvidas sobre o sistema de votação no país.

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O governo brasileiro negou as conversas, que foram confirmadas à Reuters por fontes que acompanharam o encontro de Burns com autoridades brasileiras.

Desde a derrota de Donald Trump para Joe Biden na eleição presidencial norte-americana, houve um afastamento entre Bolsonaro e o governo dos EUA. O brasileiro foi um dos últimos chefes de Estado a cumprimentar o democrata Biden pela eleição, e até hoje não houve contatos oficiais entre os dois presidentes.

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“Foi só comida e conversa fiada”: Executivos de empresas criticaram encontro com Elon Musk em São Paulo

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Executivos reclamaram da falta de efeitos práticos dos anúncios – Foto: Reprodução

Executivos de empresas criticaram o encontro com o bilionário Elon Musk nessa sexta-feira (20) durante evento do Ministério das Comunicações no interior de São Paulo. Empresários reclamaram da falta de efeitos práticos dos anúncios e classificaram o encontro de “conversa fiada”.

Embora o evento para falar de satélite ou tema conectividade da Amazônia , só Musk teve espaço, o que incomodou parte dos CEOs. Segundo o jornal O Globo, um executivo chamou o encontro com Elon Musk de “um grande evento de publicidade”. Outro deles classificou o convescote como “uma ideia de jerico”. O almoço teria sido mais elogiado pelo menu do que pelo teor das conversas: “foi só comida e conversa fiada”, definiu um dos presentes, segundo o jornal. Um dos presentes decidiu ir embora e resumiu sua participação: “vim ver e ser visto por uma questão de cortesia com o Ministério das Comunicações”

A presença do BTG chamou a atenção, com a presença de alunos da Inteli, apoiado pelo banco. Musk almoçou entre Bolsonaro e o banqueiro André Esteves. Os fundos do BTG compram metade da empresa de fibra ótica da Oi, a InfraCo.

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A empresa de satélite bilionário tem autorização para operar no Brasil e pretende oferecer internet em áreas rurais a partir de meados deste ano nas regiões Sul e Sudeste.

O programa que o bilionário Elon Musk veio oferecer ao governo de Jair Bolsonaro nesta sexta-feira (20) para conectar escolas rurais à internet já existe desde 2018. 

Segundo a jornalista Malu Gaspar, do Globo, o programa foi executado por meio de um acordo da Telebras com a empresa Viasat Telecomunicações, do igualmente bilionário Mark Dankberg e o maior concorrente de Musk nos Estados Unidos. 

Pelo acordo firmado, a Viasat utiliza 58% da capacidade do satélite SGDC-1 e a Telebras, 42%. O governo pagou R$ 700 milhões para a instalação dos equipamentos e colocá-los em operação.

Chamado inicialmente de Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac) e rebatizado por Jair Bolsonaro de de Wi-Fi Brasil, ele usa um satélite que custou R$ 3 bilhões ao governo brasileiro para conectar 10 mil escolas das regiões Norte e Nordeste à internet.

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