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Governo Bolsonaro tem as mãos sujas de sangue: “Talvez não consiga nem mais sustentar uma candidatura”, diz Gustavo Conde

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“Talvez não consiga nem mais sustentar uma candidatura”, diz o linguista – Foto: Reprodução Facebook

Brasil 247  – O linguista Gustavo Conde afirmou em seu programa Poder e Linguagem, em parceria com Leonardo Attuch, editor da TV 247, que o governo Bolsonaro tem as mãos sujas de sangue, depois dos brutais assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, na Amazônia. “É o fim da linha para Bolsonaro. Talvez não consiga mais nem sustentar uma candidatura”, disse ele.

Conde também avaliou que a confissão feita pelo suposto autor dos assassinatos precisa ser investigada. “O governo sumiu com os corpos”, afirmou. “É uma overdose de maldade. Teremos sequelas do bolsonarismo”, finalizou.

Conde, Bolsonaro, Bruno e Dom – Foto: Felipe L. Gonçalves / Brasil247 | Alan Santos/PR | Reprodução / TV Globo | Reprodução / Twitter

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“PEC da compra de votos” “Bolsonaro é um vírus que está prestes a ser expelido”, diz Leonardo Stoppa

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Por isso mesmo, diz o jornalista, a oposição não deve criticar a “PEC da compra de votos” – Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | Marcos Corrêa/PR

Brasil 247 – O jornalista Leonardo Stoppa defendeu, no programa Leo ao Quadrado do dia 1 de julho, em parceria com o jornalista Leonardo Attuch, editor da TV 247, a posição adotada pelos senadores da oposição, que votaram a favor da “PEC da compra de votos” apresentada pelo governo Jair Bolsonaro e aprovada pelo Senado. “Não dá pra combater transferência de renda na véspera de eleição”, disse ele. “Bolsonaro é um vírus que está prestes a ser expelido e precisamos ter paciência e estratégia”.

Stoppa também falou sobre as ameaças golpistas do general Braga Netto. “Bolsonaro não vai dar golpe, mas quer criar medo na sociedade. O golpe é bem difícil no contexto atual. Precisamos conquistar a maioria, inclusive os militares”, afirmou. Stoppa também disse que as pesquisas apontam que muitos candidatos irão se distanciar de Bolsonaro, uma vez que ele contamina as campanhas de candidatos aos governos e ao parlamento. “Cada vez menos políticos querem se associar ao Bolsonaro”, afirma.

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