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Barrado por Jair: Governo Bolsonaro negou dois pedidos para realização de concursos feitos pela fundação Nacional do Índio

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Cerca de 2.300 de 3.700 cargos estão vagos. O governo de Jair Bolsonaro negou dois pedidos para realização de concursos feitos pela fundação – Foto: Divulgação / Cimi

Apenas quatro em cada 10 cargos na Fundação Nacional do Índio (Funai) estão ocupados atualmente. De 3.700 postos, cerca de 1.400 têm servidores permanentes em atividade e 2.300 estão vagos. O governo de Jair Bolsonaro negou dois pedidos para realização de concursos feitos pela fundação (em 2019 e 2020) e tem mais dois em análise pelo Ministério da Economia. A informação foi publicada neste sábado (18) pelo jornal Folha de S.Paulo

Em 2008, a Funai tinha pouco mais de 1.000 servidores do quadro permanente atuando na Amazônia Legal, número que chegou a mais de 1.300 em 2013. Atualmente, são menos de 700. Com pouco dinheiro, a instituição tem recorrido ao empréstimo de servidores de outros órgãos. O gasto com essa modalidade aumentou de R$ 49 mil em 2018 para R$ 2 milhões previstos em 2022. 

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As estatísticas foram publicadas em um contexto do assassinato do indigenista da Funai Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips, no dia 5, na Amazônia. Nesta semana, Oseney da Costa confessou para a Polícia Federal que ele e seu irmão, Amarildo dos Santos, o “Pelado”, cometeram o crime. Um terceiro suspeito se entregou à Polícia. 

O assassinato teve como consequências críticas a Bolsonaro por causa de suas declarações contrárias a interesses indígenas, antes de ele ser eleito, e também durante o seu mandato. Na última quarta-feira (15), Bolsonaro disse que o jornalista era “malvisto” na Amazônia. Na campanha eleitoral de 2018, ele afirmou que “não pode ter ambientalismo xiita no Brasil”.

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“PEC da compra de votos” “Bolsonaro é um vírus que está prestes a ser expelido”, diz Leonardo Stoppa

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Por isso mesmo, diz o jornalista, a oposição não deve criticar a “PEC da compra de votos” – Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | Marcos Corrêa/PR

Brasil 247 – O jornalista Leonardo Stoppa defendeu, no programa Leo ao Quadrado do dia 1 de julho, em parceria com o jornalista Leonardo Attuch, editor da TV 247, a posição adotada pelos senadores da oposição, que votaram a favor da “PEC da compra de votos” apresentada pelo governo Jair Bolsonaro e aprovada pelo Senado. “Não dá pra combater transferência de renda na véspera de eleição”, disse ele. “Bolsonaro é um vírus que está prestes a ser expelido e precisamos ter paciência e estratégia”.

Stoppa também falou sobre as ameaças golpistas do general Braga Netto. “Bolsonaro não vai dar golpe, mas quer criar medo na sociedade. O golpe é bem difícil no contexto atual. Precisamos conquistar a maioria, inclusive os militares”, afirmou. Stoppa também disse que as pesquisas apontam que muitos candidatos irão se distanciar de Bolsonaro, uma vez que ele contamina as campanhas de candidatos aos governos e ao parlamento. “Cada vez menos políticos querem se associar ao Bolsonaro”, afirma.

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