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Assassinatos na Amazônia ‘sepultam’ reputação do Brasil de Bolsonaro no exterior e agravam isolamento

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País, que já havia perdido a credibilidade internacional, agora poderá ver acordos congelando e lidará com pressões para investigar mortes de Bruno Pereira e Dom Philips – Foto: Reuters / Ueslei Marcelino

Os assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Philips podem ‘sepultar’ a reputação do governo de Jair Bolsonaro (PL) no exterior, destruindo as chances do atual chefe do executivo brasileiro aprofundar relações com outros países, segundo a coluna do Jamil Chade, no Uol.

Apesar das tentativas do Itamaraty nos últimos dias em passar uma mensagem de que o governo estava comprometido na busca pela dupla, a falta de credibilidade em relação a Bolsonaro fez com que o discurso institucional não fosse levado a sério.

Ainda segundo a coluna, as autoridades brasileiras sofrerão uma “pressão intensa” por parte do governo britânico, da ONU e outras entidades internacionais para que as mortes sejam investigadas a fundo. Além disso, acordos em processo, como a aliança entre Mercosul e União Europeia, podem ser congelados.

No início da semana, a Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet, havia incluído o Brasil no rol de países que preocupam a entidade em relação, entre outros, às ameaças contra defensores de direitos humanos e ambientais.

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“PEC da compra de votos” “Bolsonaro é um vírus que está prestes a ser expelido”, diz Leonardo Stoppa

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Por isso mesmo, diz o jornalista, a oposição não deve criticar a “PEC da compra de votos” – Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | Marcos Corrêa/PR

Brasil 247 – O jornalista Leonardo Stoppa defendeu, no programa Leo ao Quadrado do dia 1 de julho, em parceria com o jornalista Leonardo Attuch, editor da TV 247, a posição adotada pelos senadores da oposição, que votaram a favor da “PEC da compra de votos” apresentada pelo governo Jair Bolsonaro e aprovada pelo Senado. “Não dá pra combater transferência de renda na véspera de eleição”, disse ele. “Bolsonaro é um vírus que está prestes a ser expelido e precisamos ter paciência e estratégia”.

Stoppa também falou sobre as ameaças golpistas do general Braga Netto. “Bolsonaro não vai dar golpe, mas quer criar medo na sociedade. O golpe é bem difícil no contexto atual. Precisamos conquistar a maioria, inclusive os militares”, afirmou. Stoppa também disse que as pesquisas apontam que muitos candidatos irão se distanciar de Bolsonaro, uma vez que ele contamina as campanhas de candidatos aos governos e ao parlamento. “Cada vez menos políticos querem se associar ao Bolsonaro”, afirma.

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