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Preço do golpe: alta no valor do botijão faz o uso de lenha em casas alcançar o maior patamar em 12 anos

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O número de brasileiros que usaram lenha como fonte de energia atingiu o maior patamar desde 2009, segundo a Empresa de Pesquisa Energética. Foi um dos preços do golpe contra Dilma – Foto: Reprodução | ABR

O número de brasileiros que usaram toneladas de lenha como fonte de energia nas residências foi de 24 milhões em 2021. Foi o maior patamar desde 2009, de acordo com dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). A fonte representou 26% da matriz energética residencial no ano passado. Ficou atrás da eletricidade (45,4%). O GLP (gás liquefeito de petróleo) ou “gás de cozinha” representou 23% do total. De 2016 até maio de 2022, o preço médio do botijão saiu de R$ 74 para R$ 110,6 até maio deste ano – valores corrigidos pela inflação no período. Os números foram compilados pelo Poder 360.

O coordenador técnico do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), William Nozaki, destacou que um dos motivos para o aumento do uso de lenha foram os Preços de Paridade de Importação (PPI) implementados no Brasil pela Petrobrás em 2016, quando houve o golpe contra Dilma Rousseff, inocentada naquele ano tanto pelo Ministério Público como por uma perícia do Senado.

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De acordo com o PPI, o valor de algum produto derivado de petróleo muda conforme a variação do dólar no exterior. “Isso foi provocado pela perda do poder de compra do salário e pelo aumento no preço do gás em função da PPI adotada pela Petrobras”, disse Nozaki.

O dirigente do Ineep destacou que, “em condições econômicas ideais, o espaço ocupado pela lenha deveria ser ocupado pelo gás”. “O que houve a partir de 2016 foi, exatamente, a substituição do gás pela lenha”, afirmou.

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Projeto de extensão Doutores da Beleza promove curso para egressas dos presídios femininos de Santa Catarina

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A Universidade do Vale do Itajaí (Univali), por meio do projeto de extensão “Doutores da Beleza no Âmbito Social”, promove de 28 de junho a 9 de julho o curso profissionalizante de estética facial para egressas dos presídios femininos de Santa Catarina.

A formação, on-line e gratuita, terá quatro encontros e a expectativa é reunir cerca de 300 participantes.

O objetivo do curso é a ressocialização das mulheres por intermédio da qualificação profissional e inclusão no mercado de trabalho na área de estética. “O projeto Doutores da Beleza contribui para a geração de renda e inclusão social das egressas do sistema prisional do Estado. Este módulo será sobre depilação com linha e será ministrado pela professora Silmara Hoepers”, explica a professora Juliana Gallas, responsável pelo projeto.

O projeto de extensão Doutores da Beleza foi criado em 2008 e atua na profissionalização de pessoas em situação de vulnerabilidade. Mais de três mil pessoas já foram beneficiadas com cursos e ações.

Os projetos de extensão da Univali são supervisionados pela Coordenação de Projetos e Programas de Extensão da Vice-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão.

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