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Luisa Mell acusa ex-marido de abuso e ameaças: “estou sendo vítima de uma verdadeira organização criminosa financiada por ele”

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A ativista da causa animal denuncia o empresário Gilberto Zaborowsky de financiar jornalistas para criar “todos os tipos de mentiras” contra ela – Foto: Foto: Reprodução/Instagram

Brasil 247 – A ativista da causa animal Luisa Mell publicou neste sábado (9) em seu perfil no Instagram um longo texto em que acusa o ex-marido, o empresário Gilberto Zaborowsky, de abusos psicológicos durante o casamento e ameaças após o término do relacionamento.

Após boletim de ocorrência e pedido de medida protetiva contra Zaborowsky, foi determinado que o empresário não pode se aproximar a menos de 500 metros de Mell, nem entrar em contato com ela. Mas o advogado da ativista, Angelo Carbone, diz que ele não está respeitando as regras.

Após relatar o que vivia dentro do relacionamento e a dificuldade em reconhecer a situação e tomar coragem “de sair, de denunciar”, Luisa Mell afirma que este “não é quase nunca o fim”.

“Fica o medo depois da vingança, da retaliação. Ficam as ameaças! E comigo, não está sendo diferente. Agora que criei coragem de sair, de denunciar e falar sobre o assunto, estou sendo vítima de uma verdadeira organização criminosa financiada pelo meu ex-marido para destruir a minha reputação. Financiando jornalistas sensacionalistas que estão à venda, munindo pessoas sobre nossa intimidade como casal, estão criando todos os tipos de mentiras para me atacar. Sem escrúpulo algum e no momento mais frágil da minha vida”.

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Leia a íntegra do texto:

Sempre que lemos notícias de mulheres abusadas, imaginamos isso com as outras, nunca dentro da nossa casa. Infelizmente, violência contra a mulher é uma cultura. Coloca-se o estuprador como vítima, pois “a mulher provocou”, coloca-se o agressor como inocente, pois “a mulher mereceu apanhar”. E agressão também se faz com palavras, atitudes e manipulações e nem sempre quem está presa em um relacionamento abusivo percebe isso.

Eu sou uma dessas mulheres. Muitas vezes, pensava em sair de casa, mas ia ficando. Questionava se não era eu a louca, como ele sempre afirmava quando eu tentava resistir aos abusos, se tudo aquilo realmente acontecia sem conseguir enxergar o relacionamento abusivo que sofria estando dentro dele. Me perguntava se não deveria aguentar tudo aquilo pelo meu filho. E em nome das minhas inseguranças e por acreditar que ele me amava, segui por anos sofrendo todos os tipos de abusos psicológicos e emocionais dentro de casa.

Muitas mulheres, como eu tive, tem dificuldades de se ver como vítima, de enxergar o relacionamento abusivo e violento, de sermos incompreendidas na justiça e em nossa família. A vergonha de expor nossa privacidade e sermos desacreditadas, a falta de ter para onde ir, o medo do que pode acontecer com os filhos, nos faz ficar.

Mas criar a coragem de sair, de denunciar, não é quase nunca o fim. Fica o medo depois da vingança, da retaliação. Ficam as ameaças! E comigo, não está sendo diferente. Agora que criei coragem de sair, de denunciar e falar sobre o assunto, estou sendo vítima de uma verdadeira organização criminosa financiada pelo meu ex-marido para destruir a minha reputação. Financiando jornalistas sensacionalistas que estão à venda, munindo pessoas sobre nossa intimidade como casal, estão criando todos os tipos de mentiras para me atacar. Sem escrúpulo algum e no momento mais frágil da minha vida.

Veja o Vídeo Abaixo: O senador Marcos Rogério (DEM-RO) comenta os depoimentos de Walter Correa de Souza Neto, um dos médicos da Prevent Senior que fizeram denúncias contra a operadora de planos de saúde, e de Tadeu Frederico de Andrade, beneficiário da Prevent Senior, que teria sido vítima dos protocolos seguidos pela empresa.

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Educafro entra com ação civil contra União por atos e omissões que contribuem com racismo no Brasil

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Manifestantes protestam contra o racismo e a violência contra a população negra em 13 de maio de 2021 – Foto: Taba Benedicto / Estadão Conteúdo

A Fundação Educafro, com sede em São Paulo, ingressou com uma ação civil pública nesta sexta-feira (13) pedindo a condenação da União por atos e omissões que contribuem com o racismo contra a população negra no Brasil.

O pedido foi apresentado na 5ª Vara Cível Federal de São Paulo. A ação argumenta que existe uma falha na prestação de serviço público para a promoção da igualdade racial no país.

Segundo o procurador de Justiça Irapuã Santanna, um grupo de especialistas realizaram diversas pesquisas no âmbito histórico, psicológico e econômico para comprovar que a União executou ações discriminatórias ao longo da história.

“Organizamos um grupo de especialistas que demonstraram a violação histórica dos direitos dos negros, os danos sofridos desde a escravidão, do ponto de vista socioeconômico e psicológico”, afirmou o advogado do grupo e procurador de Justiça, Irapuã Santanna.

“O racismo do país se encontra por ações e omissões através da história, até com a elaboração de leis racistas, que fizeram a gente chegar no estado atual. Não há combate ao racismo, embora toda o sistema diga que precisa fazer”, completou.

A ação pede que a União reconheça todos os prejuízos causados e faça um pedido de desculpas formal. E reforça a criação de um “Fundo Especial e Permanente de Combate ao Racismo e Emancipação da População Negra, de âmbito nacional, cujos recursos captados devem ser aplicados exclusivamente nas ações, programas, projetos e atividades voltados à política de promoção da igualdade racial”. Fonte: G1 São Paulo

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