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Zagueiro Luan comemora atuação em seu retorno ao Palmeiras e deixa lesão para trás: ‘Página virada’

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Luan comemora atuação em seu retorno ao Palmeiras e deixa lesão para trás: ‘Página virada’ – Foto: Alexandre Guariglia

O Palmeiras empatou em 0 a 0 com o Atlético-MG neste domingo, no Allianz Parque, pela nona rodada do Brasileirão-2022 . Com a igualdade, o Verdão não conseguiu retomar a liderança e ficou com a segunda posição na tabela. Mesmo assim, há motivos para comemorar, como o retorno de Luan após quase quatro meses lesionado. O próprio zagueiro celebrou a volta aos gramados.

Em entrevista na zona mista do estádio palmeirense, o defensor bicampeão da Libertadores não escondeu sua felicidade ao poder estar em campo novamente, depois de três meses e 21 dias em recuperação. Ao mesmo tempo em que trata a lesão como “página virada”, Luan leva um aspecto positivo dessa estadia em casa.

– Difícil, ruim, ninguém gosta de se machucar, mas é uma página virada, foram três meses e alguma coisa de muita torcida pelos meus companheiros e amigos, muito tempo com essas pequenininhas aqui (em referência às filhas), com minha esposa e minha família. A gente tem que tirar coisas boas desses momentos ruins, e a lição boa que eu tiro é que eu tive tempo de ficar com eles e agora eles vão sentir falta do papai, que vai ter que concentrar toda semana, então vamos que vamos, porque só foi um terço da temporada, ainda temos dois terços, tenho certeza que posso ajudar muito a equipe.

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E Luan retornou justamente em um duelo com um dos principais adversários do campeonato, que também brigava pela liderança contra o Verdão. Para o zagueiro, no entanto, isso não altera em nada o seu retorno, já que se sentia preparado para qualquer que fosse o oponente neste domingo. Agora o objetivo é pensar no Botafogo.

– Estava preparado para jogo, independentemente do adversário, são coisas que a gente não controla, eu controlo minhas ações e estava totalmente ciente do que eu precisava para fazer um bom jogo, acredito que fiz, respeitando sempre os adversários, eles têm muita qualidade, tínhamos que seguir nosso plano de jogo, e foi seguido. Uma pena não termos conseguido a vitória, mas não temos tempo para lamentar, descansar hoje e amanhã já pensar no Botafogo, que eu tenho certeza que vai ser um grande jogo – ponderou.

Por fim, Luan foi perguntado se fica preocupado com a concorrência nesse retorno ao time, já que seus substitutos corresponderam à altura nesse período e aumentaram o sarrafo para a zaga alviverde. Para o defensor, porém, essa “dor de cabeça” é de Abel Ferreira.

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– Me senti bem, cada vez mais, óbvio que todo jogador gosta de jogar, vinha numa sequência muito boa, futebol é feito de oportunidades, os atletas tiveram as suas e foram bem, o professor é muito bem capacitado para escolher os melhores 11 para cada jogo. Sabemos que todos teremos oportunidades e eu vou estar ali batalhando pela minha, respeito as decisões do professor, mas claro que todo jogador quer jogar – concluiu.

Luan deve ser titular novamente na próxima quinta-feira, às 19h, diante do Botafogo, pela décima rodada do Brasileirão-2022. O Palmeiras é o segundo colocado na tabela com 16 pontos, dois atrás do Corinthians, que reassumiu a liderança do campeonato nacional. Por Esporte IG

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Brasil teve um Mundial de natação com mais altos do que baixos: Guilherme Costa brilha, mulheres empolgam e estrelas falham

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Guilherme Costa Mundial Esportes Aquáticos 2022 – Foto: Divulgação CBDA

O Brasil teve um Mundial de natação com mais altos do que baixos. Embora tenha conquistado só duas medalhas, pior desempenho desde 2007, a seleção chegou a 14 finais (maior número desde 2009), a delegação feminina bateu recorde de finais (seis) e Guilherme Costa confirmou o status de atleta de elite das provas de fundo. Mais preocupante que as ausências dos medalhistas olímpicos Bruno Fratus(50m livre) e Fernando Scheffer (200m) nas finais, foi a delegação inteira não colocar nenhum atleta nas decisões das provas de 100m e 200m.

Não há dúvida que o grande destaque da delegação foi Guilherme Costa. Além do bronze nos 400m, foi finalista também nos 800m e 1500m, quebrando cinco recordes sul-americanos na competição. E essa semana ele ainda disputa as provas de águas abertas.

Não tem como não falar de Nicholas Santos que, aos 42 anos, levou a prata nos 50m borboleta, atualizando o recorde de atleta mais velho a ir ao pódio na competição. Aqui vale falar que essa prova não tem nas Olimpíadas, portanto Nicholas já anunciou que vai se aposentar ao fim desse ano, no Mundial de piscina curta, na Austrália.

Brasil classifica equipe para o revezamento 4x200m livre no Mundial de Budapeste – Foto: Reprodução / Twitter CBDA

A natação feminina mostrou uma evolução gigantesca. No Mundial de 2019, levou apenas duas atletas, sem conseguir classificar sequer os revezamentos para disputar a competição. Três anos depois, elas foram sexta colocadas no 4x100m e 4x200m(destaque para Stephanie Balduccini, que ainda foi semifinalista nas provas dos 100m e 200m livre), fizeram três finais nas provas de fundo (Viviane foi sétima e oitava nos 1500m e 800m, e Bia Dizotti foi sexta nos 1500m) e Jheniffer Conceição foi oitava nos 50m peito, primeira vez na história que uma mulher chega na decisão do nado peito.

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Viviane Jungblut e Bia Dizotti fizeram a final dos 1500m – Foto: Divulgação / CBDA

O Brasil não chegou a nenhuma final nas provas de 100m e 200m, o que é bastante preocupante, principalmente porque recentemente o país conseguiu ótimas resultados nessas provas no masculino. No último Mundial, por exemplo, o país colocou finalistas nos 100m e 200m livre e 100m costas, enquanto na última Olimpíada, tivemos um atleta na decisão dos 200m borboleta. Consequência disso, o revezamento medley ficou fora da decisão.

Os medalhistas olímpicos Bruno Fratus e Fernando Scheffer não terem ido à final de suas provas, 50m e 200m livre, foi triste, mas algo pontual. Na prova dos 50m, qualquer erro faz total diferença, e Fratus acabou em nono, mesmo fazendo o bom tempo de 21s62 no desempate. Nos 200m, faltaram poucos centésimos para a vaga na decisão para Scheffer, também triste, mas comum em uma prova tão equilibrada.

Fratus nas eliminatórias dos 50m livre – Foto: Divulgação / CBDA

A natação feminina caminha para chegar em Paris com chance de várias finais e podendo levar os três revezamentos a essas decisões. Ainda é cedo para pensar em uma medalha para elas, mas a evolução é evidente. O trabalho precisa continuar a ser feito, a equivalência na atenção para homens e mulheres deve ser um padrão para sempre. E quem sabe Stephanie Balduccini, joia da natação brasileira, não cresce nos próximos anos a ponto de brigar por um pódio em Paris?

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A natação masculina, a princípio, seguirá com boas chances de pódio nos próximos anos. O que aconteceu com Fratus foi uma fatalidade e com certeza seguirá brigando lá em cima até Paris. Guilherme Costa já provou que vai disputar medalhas nas Olimpíadas, enquanto Fernando Scheffer pode ser o grande pilar do 4x200m em busca do pódio que escapou no Mundial (time ficou em quarto). Resta saber se nomes como Leonardo de Deus, Marcelo Chierighini, e João Gomes, que já foram finalistas olímpicos, vão se reerguer após um Mundial não tão bom, e se a nova geração, com Luiz Gustavo Borges, Matheus Gronche e Stephan vai chegar para valer entre os melhores em suas provas. Guilherme Costa / G1 Globo Esporte

Guilherme Costa Mundial Esportes Aquáticos 2022 – Foto: Divulgação CBDA

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