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Esporte: Livre no mercado Brasileiro, Renato Gaúcho é cotado para assumir importante Seleção sul-americana
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Renato soma passagens por equipes tradicionais do Brasil, com destaque para Fluminense e Grêmio – Foto: Lucas Uebel / Grêmio
Um dos grandes técnicos do futebol brasileiro, Renato Gaúcho segue livre no mercado e não parece próximo de assumir nenhum clube. O treinador, que está sem clube desde o dia 29 de novembro, chegou a ser sondado por diversos times, contudo, nunca avançou nas tratativas. As informações são do portal Fanáticos.
Isso porque, ao que tudo indica, Renato está tirando um período de ‘férias’ e não parece disposto a assumir nenhuma equipe neste ano, já tendo inclusive, recusado algumas abordagens.
No entanto, com uma seleção entrando na jogada, o ex-atacante pode ver com bons olhos a possibilidade de retornar ao futebol, já que essa seria uma experiência nova em sua carreira.
E, segundo o jornal argentino Clarín, isso pode vir a acontecer nos próximos meses, já que Renato é um dos nomes cotados para substituir Reinaldo Rueda, ex-Flamengo, que foi demitido da Seleção colombiana em abril, após uma campanha fraca nas eliminatórias para a Copa do Mundo.
Na carreira, Renato soma passagens por equipes tradicionais do Brasil, com destaque para Fluminense e Grêmio, onde conquistou todos os títulos de sua carreira como técnico até então.

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Brasil teve um Mundial de natação com mais altos do que baixos: Guilherme Costa brilha, mulheres empolgam e estrelas falham
Guilherme Costa Mundial Esportes Aquáticos 2022 – Foto: Divulgação CBDA
O Brasil teve um Mundial de natação com mais altos do que baixos. Embora tenha conquistado só duas medalhas, pior desempenho desde 2007, a seleção chegou a 14 finais (maior número desde 2009), a delegação feminina bateu recorde de finais (seis) e Guilherme Costa confirmou o status de atleta de elite das provas de fundo. Mais preocupante que as ausências dos medalhistas olímpicos Bruno Fratus(50m livre) e Fernando Scheffer (200m) nas finais, foi a delegação inteira não colocar nenhum atleta nas decisões das provas de 100m e 200m.
Não há dúvida que o grande destaque da delegação foi Guilherme Costa. Além do bronze nos 400m, foi finalista também nos 800m e 1500m, quebrando cinco recordes sul-americanos na competição. E essa semana ele ainda disputa as provas de águas abertas.
Não tem como não falar de Nicholas Santos que, aos 42 anos, levou a prata nos 50m borboleta, atualizando o recorde de atleta mais velho a ir ao pódio na competição. Aqui vale falar que essa prova não tem nas Olimpíadas, portanto Nicholas já anunciou que vai se aposentar ao fim desse ano, no Mundial de piscina curta, na Austrália.
Brasil classifica equipe para o revezamento 4x200m livre no Mundial de Budapeste – Foto: Reprodução / Twitter CBDA
A natação feminina mostrou uma evolução gigantesca. No Mundial de 2019, levou apenas duas atletas, sem conseguir classificar sequer os revezamentos para disputar a competição. Três anos depois, elas foram sexta colocadas no 4x100m e 4x200m(destaque para Stephanie Balduccini, que ainda foi semifinalista nas provas dos 100m e 200m livre), fizeram três finais nas provas de fundo (Viviane foi sétima e oitava nos 1500m e 800m, e Bia Dizotti foi sexta nos 1500m) e Jheniffer Conceição foi oitava nos 50m peito, primeira vez na história que uma mulher chega na decisão do nado peito.
Viviane Jungblut e Bia Dizotti fizeram a final dos 1500m – Foto: Divulgação / CBDA
O Brasil não chegou a nenhuma final nas provas de 100m e 200m, o que é bastante preocupante, principalmente porque recentemente o país conseguiu ótimas resultados nessas provas no masculino. No último Mundial, por exemplo, o país colocou finalistas nos 100m e 200m livre e 100m costas, enquanto na última Olimpíada, tivemos um atleta na decisão dos 200m borboleta. Consequência disso, o revezamento medley ficou fora da decisão.
Os medalhistas olímpicos Bruno Fratus e Fernando Scheffer não terem ido à final de suas provas, 50m e 200m livre, foi triste, mas algo pontual. Na prova dos 50m, qualquer erro faz total diferença, e Fratus acabou em nono, mesmo fazendo o bom tempo de 21s62 no desempate. Nos 200m, faltaram poucos centésimos para a vaga na decisão para Scheffer, também triste, mas comum em uma prova tão equilibrada.
Fratus nas eliminatórias dos 50m livre – Foto: Divulgação / CBDA
A natação feminina caminha para chegar em Paris com chance de várias finais e podendo levar os três revezamentos a essas decisões. Ainda é cedo para pensar em uma medalha para elas, mas a evolução é evidente. O trabalho precisa continuar a ser feito, a equivalência na atenção para homens e mulheres deve ser um padrão para sempre. E quem sabe Stephanie Balduccini, joia da natação brasileira, não cresce nos próximos anos a ponto de brigar por um pódio em Paris?
A natação masculina, a princípio, seguirá com boas chances de pódio nos próximos anos. O que aconteceu com Fratus foi uma fatalidade e com certeza seguirá brigando lá em cima até Paris. Guilherme Costa já provou que vai disputar medalhas nas Olimpíadas, enquanto Fernando Scheffer pode ser o grande pilar do 4x200m em busca do pódio que escapou no Mundial (time ficou em quarto). Resta saber se nomes como Leonardo de Deus, Marcelo Chierighini, e João Gomes, que já foram finalistas olímpicos, vão se reerguer após um Mundial não tão bom, e se a nova geração, com Luiz Gustavo Borges, Matheus Gronche e Stephan vai chegar para valer entre os melhores em suas provas. Guilherme Costa / G1 Globo Esporte
Guilherme Costa Mundial Esportes Aquáticos 2022 – Foto: Divulgação CBDA
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