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Guarani e Ponte Preta ficam no 0 a 0 em um jogo que a maior parte do tempo ficou truncado e poucas chances de gols

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Time titular do Guarani na foto oficial do Dérbi 203 – Foto: Júlio César Costa

Globo Esporte – Não teve a tensão de outros clássicos, mas foi dérbi – com direito até a confusão na reta final, o ponto negativo. O confronto de número 203 entre Guarani e Ponte Preta reservou muita briga pela bola, em um jogo que a maior parte do tempo ficou truncado por faltas e lesões, e poucas chances de gols. Em boa parte do 2º tempo, inclusive, faltou futebol. Se não conseguiu vencer em casa, o Guarani pelo menos ampliou o tabu sem derrotas para o maior rival – agora são quatro jogos de invencibilidade. Já a Macaca apagou a péssima apresentação do Paulistão, quando foi apática e presa fácil para o Guarani. Por ser começo de Série B, o empate sem gols não agrada, mas também não provoca grandes impactos na campanha dos campineiros na Série B.

Time titular da Ponte Preta na foto oficial do Dérbi 203 – Foto: Júlio César Costa

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Como fica?

O pontinho somado no dérbi 203 foi suficiente para tirar o Guarani da zona de rebaixamento da Série B. Com seis pontos em seis jogos, o Bugre ocupa momentaneamente a 16ª posição. Com o empate, a Macaca perde chance de colar no G-4. Soma agora 8 pontos e ocupa posição intermediária na Série B.

Na agenda

A Macaca abre a 7ª rodada da Série B na próxima sexta-feira, 13, contra o Novorizontino, no Moisés Lucarelli, às 19h. O Tigre vem de vitória sobre o Ituano e soma 9 pontos, logo à frente da equipe campineira. Já o Bugre enfrenta a Tombense no sábado, 14, no estádio Soares de Azevedo, em Muriaé, às 16h. A equipe de Tombos está na zona do rebaixamento, com 5 pontos.

Primeiro tempo

A primeira metade do dérbi 203 foi truncada, com muita briga pela bola, marcação e poucas chances de gols – apenas do Guarani, diga-se de passagem. Com dez minutos de jogo, Caíque França precisou fazer três boas defesas, uma delas após cobrança de escanteio, e garantiu o zero no placar. A partir daí o clima de dérbi tomou conta do clássico, e o jogo ficou truncado, mas leal.

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Caíque França, goleiro da Ponte Preta – Foto: Júlio César Costa

Segundo tempo

A etapa final começou fria, truncada, e terminou quente, como a maioria dos dérbis. Lucão do Break teve chance de marcar aos 41minutos, mas no geral os times pouco criaram. A Ponte falhou demais no chamado último passe, e Kozlinski nem sujou o uniforme.

Confusão no fim do jogo entre Guarani e Ponte Preta – Foto: Júlio César Costa

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Em são Paulo, duas quadras de areia de beach tennis são instaladas na Ciclovia da Marginal do Rio Pinheiros

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Quadras de beach tennis instaladas na Ciclovia Rio Pinheiros, em São Paulo –  Foto: Marina Pinhoni

Quem anda de bicicleta na “orla” da Marginal do Rio Pinheiros ganhará mais uma opção de lazer e prática de esporte na “praia” de paulistano. Duas quadras de areia serão inauguradas na próxima quarta-feira (18) na Ciclovia Franco Montoro, que se estende por 22 quilômetros do rio.

O projeto patrocinado por empresas faz parte das ações de revitalização do Rio Pinheiros, e surfa na onda do aumento exponencial do beach tennis na cidade.

“O beach tennis é super inclusivo para quem nunca fez e quer começar a praticar algum esporte. E a gente quer mudar a cultura ali no rio para criar uma experiência diferente para a pessoa. Vai pedalar, jogar um beach tennis, o café é um ponto de encontro. Nos finais de semana a gente quer criar eventos. É um passeio para curtir o dia inteiro”, diz o empresário Anuar Tacach Filho, responsável pelo Ciclo Beach Tennis.

Cobrança de aluguel e horas gratuitas

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Embora o acesso à ciclovia seja gratuito, a entrada nas duas quadras seguirá a mesma lógica de outros espaços com a cobrança de aluguel por hora, que não é barato. Os preços vão de R$ 165 de segunda a sexta a R$ 220 a hora aos finais de semana. A reserva é feita por um site.

Os organizadores, no entanto, garantem que haverá destinação de horas gratuitas para moradores de comunidades da região. A segunda etapa do projeto também prevê a instalação de quadras totalmente gratuitas até outubro na outra margem do rio, onde será o Parque Bruno Covas.

“A gente vai vai fazer os cadastros das comunidades que beiram a margem do rio e vai doar uma hora por dia para essas pessoas. O plano é ter dez quadras no total, sendo mais oito do outro lado do rio. Dessas oito, quatro serão totalmente gratuitas”, afirma Tacach Filho.

Segundo o empresário, também está prevista a capacitação de pessoas de baixa renda para atuação como professores. “Tem uma explosão do esporte e uma demanda reprimida de professores. Os professores que existem estão faturando bastante. Então a ideia é fazer a capacitação das pessoas das comunidades.”

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Quadras de beach tennis instaladas na Ciclovia Rio Pinheiros, em São Paulo – Foto: Marina Pinhoni

Fonte: G1 São Paulo

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