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Em são Paulo, duas quadras de areia de beach tennis são instaladas na Ciclovia da Marginal do Rio Pinheiros

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Quadras de beach tennis instaladas na Ciclovia Rio Pinheiros, em São Paulo –  Foto: Marina Pinhoni

Quem anda de bicicleta na “orla” da Marginal do Rio Pinheiros ganhará mais uma opção de lazer e prática de esporte na “praia” de paulistano. Duas quadras de areia serão inauguradas na próxima quarta-feira (18) na Ciclovia Franco Montoro, que se estende por 22 quilômetros do rio.

O projeto patrocinado por empresas faz parte das ações de revitalização do Rio Pinheiros, e surfa na onda do aumento exponencial do beach tennis na cidade.

“O beach tennis é super inclusivo para quem nunca fez e quer começar a praticar algum esporte. E a gente quer mudar a cultura ali no rio para criar uma experiência diferente para a pessoa. Vai pedalar, jogar um beach tennis, o café é um ponto de encontro. Nos finais de semana a gente quer criar eventos. É um passeio para curtir o dia inteiro”, diz o empresário Anuar Tacach Filho, responsável pelo Ciclo Beach Tennis.

Cobrança de aluguel e horas gratuitas

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Embora o acesso à ciclovia seja gratuito, a entrada nas duas quadras seguirá a mesma lógica de outros espaços com a cobrança de aluguel por hora, que não é barato. Os preços vão de R$ 165 de segunda a sexta a R$ 220 a hora aos finais de semana. A reserva é feita por um site.

Os organizadores, no entanto, garantem que haverá destinação de horas gratuitas para moradores de comunidades da região. A segunda etapa do projeto também prevê a instalação de quadras totalmente gratuitas até outubro na outra margem do rio, onde será o Parque Bruno Covas.

“A gente vai vai fazer os cadastros das comunidades que beiram a margem do rio e vai doar uma hora por dia para essas pessoas. O plano é ter dez quadras no total, sendo mais oito do outro lado do rio. Dessas oito, quatro serão totalmente gratuitas”, afirma Tacach Filho.

Segundo o empresário, também está prevista a capacitação de pessoas de baixa renda para atuação como professores. “Tem uma explosão do esporte e uma demanda reprimida de professores. Os professores que existem estão faturando bastante. Então a ideia é fazer a capacitação das pessoas das comunidades.”

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Quadras de beach tennis instaladas na Ciclovia Rio Pinheiros, em São Paulo – Foto: Marina Pinhoni

Fonte: G1 São Paulo

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Brasil teve um Mundial de natação com mais altos do que baixos: Guilherme Costa brilha, mulheres empolgam e estrelas falham

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Guilherme Costa Mundial Esportes Aquáticos 2022 – Foto: Divulgação CBDA

O Brasil teve um Mundial de natação com mais altos do que baixos. Embora tenha conquistado só duas medalhas, pior desempenho desde 2007, a seleção chegou a 14 finais (maior número desde 2009), a delegação feminina bateu recorde de finais (seis) e Guilherme Costa confirmou o status de atleta de elite das provas de fundo. Mais preocupante que as ausências dos medalhistas olímpicos Bruno Fratus(50m livre) e Fernando Scheffer (200m) nas finais, foi a delegação inteira não colocar nenhum atleta nas decisões das provas de 100m e 200m.

Não há dúvida que o grande destaque da delegação foi Guilherme Costa. Além do bronze nos 400m, foi finalista também nos 800m e 1500m, quebrando cinco recordes sul-americanos na competição. E essa semana ele ainda disputa as provas de águas abertas.

Não tem como não falar de Nicholas Santos que, aos 42 anos, levou a prata nos 50m borboleta, atualizando o recorde de atleta mais velho a ir ao pódio na competição. Aqui vale falar que essa prova não tem nas Olimpíadas, portanto Nicholas já anunciou que vai se aposentar ao fim desse ano, no Mundial de piscina curta, na Austrália.

Brasil classifica equipe para o revezamento 4x200m livre no Mundial de Budapeste – Foto: Reprodução / Twitter CBDA

A natação feminina mostrou uma evolução gigantesca. No Mundial de 2019, levou apenas duas atletas, sem conseguir classificar sequer os revezamentos para disputar a competição. Três anos depois, elas foram sexta colocadas no 4x100m e 4x200m(destaque para Stephanie Balduccini, que ainda foi semifinalista nas provas dos 100m e 200m livre), fizeram três finais nas provas de fundo (Viviane foi sétima e oitava nos 1500m e 800m, e Bia Dizotti foi sexta nos 1500m) e Jheniffer Conceição foi oitava nos 50m peito, primeira vez na história que uma mulher chega na decisão do nado peito.

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Viviane Jungblut e Bia Dizotti fizeram a final dos 1500m – Foto: Divulgação / CBDA

O Brasil não chegou a nenhuma final nas provas de 100m e 200m, o que é bastante preocupante, principalmente porque recentemente o país conseguiu ótimas resultados nessas provas no masculino. No último Mundial, por exemplo, o país colocou finalistas nos 100m e 200m livre e 100m costas, enquanto na última Olimpíada, tivemos um atleta na decisão dos 200m borboleta. Consequência disso, o revezamento medley ficou fora da decisão.

Os medalhistas olímpicos Bruno Fratus e Fernando Scheffer não terem ido à final de suas provas, 50m e 200m livre, foi triste, mas algo pontual. Na prova dos 50m, qualquer erro faz total diferença, e Fratus acabou em nono, mesmo fazendo o bom tempo de 21s62 no desempate. Nos 200m, faltaram poucos centésimos para a vaga na decisão para Scheffer, também triste, mas comum em uma prova tão equilibrada.

Fratus nas eliminatórias dos 50m livre – Foto: Divulgação / CBDA

A natação feminina caminha para chegar em Paris com chance de várias finais e podendo levar os três revezamentos a essas decisões. Ainda é cedo para pensar em uma medalha para elas, mas a evolução é evidente. O trabalho precisa continuar a ser feito, a equivalência na atenção para homens e mulheres deve ser um padrão para sempre. E quem sabe Stephanie Balduccini, joia da natação brasileira, não cresce nos próximos anos a ponto de brigar por um pódio em Paris?

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A natação masculina, a princípio, seguirá com boas chances de pódio nos próximos anos. O que aconteceu com Fratus foi uma fatalidade e com certeza seguirá brigando lá em cima até Paris. Guilherme Costa já provou que vai disputar medalhas nas Olimpíadas, enquanto Fernando Scheffer pode ser o grande pilar do 4x200m em busca do pódio que escapou no Mundial (time ficou em quarto). Resta saber se nomes como Leonardo de Deus, Marcelo Chierighini, e João Gomes, que já foram finalistas olímpicos, vão se reerguer após um Mundial não tão bom, e se a nova geração, com Luiz Gustavo Borges, Matheus Gronche e Stephan vai chegar para valer entre os melhores em suas provas. Guilherme Costa / G1 Globo Esporte

Guilherme Costa Mundial Esportes Aquáticos 2022 – Foto: Divulgação CBDA

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