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Univali e Herbário Barbosa estão em fase final de negociações para que Universidade assuma a instituição

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Acordo prevê a retomada imediata das atividades científicas e a adoção de medidas protetivas ao patrimônio da entidade – Foto: Marcos Porto

Roberta RamosA Universidade do Vale do Itajaí (Univali) e a Associação Herbário Barbosa Rodrigues iniciaram a coleta de assinaturas para um acordo que permitirá à Universidade assumir a administração, guarda e conservação do acervo do Herbário Barbosa Rodrigues. Além de ações para resguardar o acervo científico, o acervo bibliotecário e a estrutura física da sede do Herbário, o acordo permitirá também que a Univali retome imediatamente as atividades científicas na entidade.

O Herbário Barbosa Rodrigues é administrado por uma entidade sem fins lucrativos e abriga o registro de cerca de 95% das espécies de plantas existentes no território de Santa Catarina. É considerado o mais completo acervo da flora catarinense com cerca de 70 mil espécies de plantas e um dos maiores centros de informações referentes à botânica do Brasil.

“O Herbário Barbosa Rodrigues é uma instituição reconhecida no mundo inteiro que precisa ter sua história e importância valorizadas. Assumir a administração é um antigo objetivo da Univali e trabalharemos arduamente para retomar as pesquisas científicas, bem como para restaurar o emblemático prédio que enfrenta problemas de infraestrutura”, destaca o reitor, professor Valdir Cechinel Filho.

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Nesta quarta-feira, 22, uma cerimônia marcará os 80 anos de fundação do Herbário. A solenidade acontece às 09h30 e faz parte das comemorações dos 162 anos de Itajaí.

O Herbário Barbosa Rodrigues, fundado em 1942 pelo padre e botânico Raulino Reitz, leva o nome de um dos principais botânicos do país, João Barbosa Rodrigues. Sua sede foi construída no centro de Itajaí, na Avenida Marcos Konder, local onde o padre Raulino e o botânico Roberto Miguel Klein concentraram um dos mais importantes acervos científicos do Brasil.

A sede esteve sob a guarda e zelo, por quase 50 anos, da Professora Zilda Helena Deschamps Bernardes e seu esposo Sr. Jurandir de Souza Bernardes, associados da entidade.

“Por meio de nosso corpo técnico-científico e das parcerias com o poder público, a Univali detém conhecimento e condições técnicas para preservar o patrimônio histórico e científico do Herbário Barbosa Rodrigues. Desejamos que a comemoração dos 80 anos seja um marco na história desta importantíssima instituição de pesquisa científica”, complementa o reitor.

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USP anuncia mudanças no vestibular da Fuvest de 2023; comissão será instalada para verificar autodeclaração

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Candidatos concorrentes às vagas destinadas a pretos, pardos e indígenas (PPI) serão verificados pela comissão antes da confirmação da matrícula. – Foto: Aloisio Mauricio / Fotoarena / Estadão Conteúdo

A Universidade de São Paulo (USP) anunciou três mudanças no Vestibular de 2023 da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest). Entre elas está a implementação de uma comissão para a verificação da autodeclaração dos candidatos concorrentes às vagas destinadas a pretos, pardos e indígenas (PPI), antes da confirmação da matrícula.

As mudanças também incluem: alterações na forma de classificação dos candidatos e a obrigatoriedade da apresentação do comprovante de vacinação e de doses de reforço para efetuar a matrícula de aprovados.

Essas alterações valem para as 8.230 vagas oferecidas pela Fuvest na edição. Os critérios das 2.917 vagas destinadas pelo pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), voltado aos candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), não sofreram alterações, segundo a entidade.

Todas as novidades foram aprovadas pelo Conselho de Graduação da entidade.

Entenda as mudanças

A partir do ano que vem, todos candidatos para um curso, independentemente da categoria em que se inscreveram (Ampla Concorrência, Escola Pública ou PPI) concorrerão, primeiramente, na modalidade de Ampla Concorrência (AC) e serão classificados de acordo com a sua nota no vestibular.

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Ainda poderão concorrer às vagas destinadas à Política de Ação Afirmativa Escola Pública (EP) os candidatos que, independentemente da renda, cursaram integralmente o Ensino Médio em escolas públicas brasileiras. Da mesma forma, os candidatos autodeclarados pretos, pardos e indígenas que, independentemente da renda, tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escolas públicas brasileiras, caso desejem, poderão concorrer também às vagas destinadas à Política de Ação Afirmativa Pretos, Pardos e Indígenas (PPI).

Dessa forma, serão preenchidas primeiramente as vagas para Ampla Concorrência, depois as vagas para Escola Pública, seguindo os critérios para essas vagas, e só depois as vagas para PPI.

O objetivo da alteração, segundo a instituição, é corrigir eventuais distorções e ampliar as possibilidades dos candidatos EP e PPI, pois os candidatos também disputarão as vagas de ampla concorrência, além das vagas destinadas para cada grupo.

“A mudança aprimora a política de ações afirmativas da USP ao pretender uma configuração do corpo discente mais próxima da realidade social brasileira”, ressalta o pró-reitor adjunto de Graduação, Marcos Garcia Neira.

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Outra novidade é que será implementada uma comissão que fará a verificação da autodeclaração dos candidatos concorrentes às vagas destinadas a pretos, pardos e indígenas (PPI) e identificar possíveis casos de fraude antes da confirmação da matrícula.

De acordo com a instituição, a composição da comissão e os critérios para a verificação da autodeclaração ainda serão definidos pelo Conselho de Inclusão e Pertencimento da USP.

A USP também informou que estudantes aprovados no vestibular da USP 2023 deverão apresentar comprovante de vacinação contra Covid-19 (esquema vacinal completo) e de eventuais doses de reforço para efetuar a matrícula. A exigência já foi feita para os aprovados na edição deste ano, além dos alunos da graduação desde outubro do ano passado, quando as aulas presenciais foram retomadas. Do G1 São Paulo

Estudante realiza prova da segunda fase do vestibular da Fuvest – Foto: Aloisio Mauricio / Fotoarena / Estadão Conteúdo

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