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Press-release: ECEME lança “Dossiê Fronteiras”, da nova edição da Coleção Meira Mattos

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Publicação traz estudos, entrevistas e artigos sobre defesa e segurança integrada nas fronteiras – Foto Reprodução

Já está disponível a nova edição da Coleção Meira Mattos (CMM), periódico de abordagem interdisciplinar que reúne artigos científicos relacionados a ciências militares, defesa e segurança. A temática desta edição é “Defesa e segurança integrada nas fronteiras: desafios e oportunidades”, com editorial assinado por Tássio Franchi, Professor da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), Tomaz Espósito Neto, Professor da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e Luciano Stremel Barros, Presidente do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (IDESF).

Tássio, que também é editor da revista, explicou que a ECEME está organizada em ensino, doutrina e pesquisa, esta última, sob responsabilidade do Instituto Meira Mattos – instituto de pesquisa e pós-graduação em Ciências Militares, mestrado e doutorado CAPES 4 – e a revista é um dos resultados do Projeto PROCAD “Defesa Nacional, Fronteiras e Migrações: estudos sobre ajuda humanitária e segurança integrada”.

“O dossiê tem como tema transversal a questão das fronteiras, da segurança integrada e da ajuda humanitária. Isso quer dizer que trata-se tanto dos temas defesa quanto de segurança e onde se encontram sinergias para operar. Outro aspecto abordado é a ajuda humanitária e como o Brasil tem realizado relevantes trabalhos. Alguns artigos vão tratar desde o ponto de vista dos venezuelanos, da operação Acolhida, outros vão olhar o papel internacional do Brasil na ajuda humanitária”, frisou Tássio.

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Tomaz explicou que esta edição da revista aborda temas sensíveis e relevantes na atualidade sobre as fronteiras no Brasil e no mundo. “Chamo atenção para os artigos de opinião, que apontam vetores da fronteira muito pouco explorados, seja a cooperação transfronteiriça ou a cooperação para o combate ao narcotráfico nos países do entorno estratégico do Brasil. A entrevista com o General Barros também é importante pela potencialidade, desafios e oportunidades que a Operação Acolhida traz ao país como forma de projeção”.

Luciano destacou que é uma honra ao IDESF participar da publicação. “A ECEME e o Instituto Meira Mattos trouxeram para esta coleção atores que estão diretamente ligados aos temas segurança e integração das fronteiras. São contribuições que elevam o debate para a cooperação e integração interagências a nível nacional, mas também com cases de integração com os países vizinhos”.

O dossiê é uma parceria entre o projeto PROCAD “Defesa Nacional, Fronteiras e Migrações: estudos sobre ajuda humanitária e segurança integrada” (Ministério da Defesa e CAPES), capitaneado pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), a Cátedra Jean Monnet da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e o Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (IDESF).

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USP anuncia mudanças no vestibular da Fuvest de 2023; comissão será instalada para verificar autodeclaração

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Candidatos concorrentes às vagas destinadas a pretos, pardos e indígenas (PPI) serão verificados pela comissão antes da confirmação da matrícula. – Foto: Aloisio Mauricio / Fotoarena / Estadão Conteúdo

A Universidade de São Paulo (USP) anunciou três mudanças no Vestibular de 2023 da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest). Entre elas está a implementação de uma comissão para a verificação da autodeclaração dos candidatos concorrentes às vagas destinadas a pretos, pardos e indígenas (PPI), antes da confirmação da matrícula.

As mudanças também incluem: alterações na forma de classificação dos candidatos e a obrigatoriedade da apresentação do comprovante de vacinação e de doses de reforço para efetuar a matrícula de aprovados.

Essas alterações valem para as 8.230 vagas oferecidas pela Fuvest na edição. Os critérios das 2.917 vagas destinadas pelo pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), voltado aos candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), não sofreram alterações, segundo a entidade.

Todas as novidades foram aprovadas pelo Conselho de Graduação da entidade.

Entenda as mudanças

A partir do ano que vem, todos candidatos para um curso, independentemente da categoria em que se inscreveram (Ampla Concorrência, Escola Pública ou PPI) concorrerão, primeiramente, na modalidade de Ampla Concorrência (AC) e serão classificados de acordo com a sua nota no vestibular.

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Ainda poderão concorrer às vagas destinadas à Política de Ação Afirmativa Escola Pública (EP) os candidatos que, independentemente da renda, cursaram integralmente o Ensino Médio em escolas públicas brasileiras. Da mesma forma, os candidatos autodeclarados pretos, pardos e indígenas que, independentemente da renda, tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escolas públicas brasileiras, caso desejem, poderão concorrer também às vagas destinadas à Política de Ação Afirmativa Pretos, Pardos e Indígenas (PPI).

Dessa forma, serão preenchidas primeiramente as vagas para Ampla Concorrência, depois as vagas para Escola Pública, seguindo os critérios para essas vagas, e só depois as vagas para PPI.

O objetivo da alteração, segundo a instituição, é corrigir eventuais distorções e ampliar as possibilidades dos candidatos EP e PPI, pois os candidatos também disputarão as vagas de ampla concorrência, além das vagas destinadas para cada grupo.

“A mudança aprimora a política de ações afirmativas da USP ao pretender uma configuração do corpo discente mais próxima da realidade social brasileira”, ressalta o pró-reitor adjunto de Graduação, Marcos Garcia Neira.

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Outra novidade é que será implementada uma comissão que fará a verificação da autodeclaração dos candidatos concorrentes às vagas destinadas a pretos, pardos e indígenas (PPI) e identificar possíveis casos de fraude antes da confirmação da matrícula.

De acordo com a instituição, a composição da comissão e os critérios para a verificação da autodeclaração ainda serão definidos pelo Conselho de Inclusão e Pertencimento da USP.

A USP também informou que estudantes aprovados no vestibular da USP 2023 deverão apresentar comprovante de vacinação contra Covid-19 (esquema vacinal completo) e de eventuais doses de reforço para efetuar a matrícula. A exigência já foi feita para os aprovados na edição deste ano, além dos alunos da graduação desde outubro do ano passado, quando as aulas presenciais foram retomadas. Do G1 São Paulo

Estudante realiza prova da segunda fase do vestibular da Fuvest – Foto: Aloisio Mauricio / Fotoarena / Estadão Conteúdo

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