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Adolescente de 13 anos é expulsa de aula em colégio militar Dr. João Paim, por ter cabelo crespo: “Inadequado”

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Caso aconteceu no Colégio Municipal da Polícia Militar Dr. João Paim, na Bahia – Créditos: Google Maps

Uma aluna de 13 anos do Colégio Municipal da Polícia Militar Dr. João Paim, no município de São Sebastião do Passé, na Bahia, foi impedida de participar de uma aula porque seu cabelo não foi considerado “adequado às regras da escola”.

Isso porque o cabelo da menina era crespo, o que é desconsiderado pelo código de vestimenta da instituição. Segundo a mãe da criança, Jaciara de Jesus Tavares, de 31 anos, a justificativa foi dada por um funcionário da escola, que é militar reformado.

Expulsa de sala, Eloah Monique voltou para casa e, chorando, enviou áudios para a mãe, dizendo que não queria mais voltar ao colégio. “Ele ainda usou o termo o ‘diabo desse cabelo’, falando de uma coisa que ela amava tanto”, lamentou Jaciara.

No entanto, o caso aparentemente não é isolado. A mãe de Eloah afirmou ter ouvido outros relatos parecidos vindos de outras mães.

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Para Jaciara, o pior de toda a situação foi a filha ter sido exposta. “Ele [o funcionário] não me comunicou que mandou ela para casa, não me avisou em momento nenhum. Ele colocou ela também numa situação de vulnerabilidade, sem contar o constrangimento”, pontua ela.

A mãe da vítima registrou boletim de ocorrência na Delegacia Territorial de São Sebastião do Passé, que vai apurar a denúncia. O Coletivo de Entidades Negras (CEN) também acompanha o caso.

Com informações do Metrópoles

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Estudante do Rio de Janeiro é premiado na maior feira científica do mundo: “Feliz demais com essa conquista”

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Vinícius de Moraes ficou com o 4º lugar na categoria ‘Energia: materiais sustentáveis e design’ – Foto: Arquivo pessoal

O estudante carioca Vinícius de Moraes foi um dos vencedores da Regeneron International Science and Engineering Fair (ISEF), a maior feira científica do mundo, que na edição de 2022 aconteceu em Atlanta, nos Estados Unidos. As informações é do G1 Rio

A entrega da premiação ocorreu nesta sexta-feira (13), quando Vinícius recebeu sua medalha pelo 4º lugar na categoria ‘Energia: materiais sustentáveis e design’.

Morador de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, Vinícius foi o único carioca entre os 1,5 mil jovens de 70 países que chegaram a fase final da feira de ciências.

“Esse prêmio não é meu. É do Brasil. Estou feliz demais com essa conquista. O caminho é muito árduo, até conseguir chegar aqui. Sou muito grato por estar atuando na linha de frente e me dá muito orgulho ver que, aqui na ISEF, jovens estão desenvolvendo ideias que certamente farão diferença no nosso futuro.”, comentou o estudante.

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“É incrível a sensação de estar em contato com pessoas de mais de 70 países, ver o meu projeto fazendo parte de um time de transformadores da ciência global e ainda ser premiado.” completou Vinícius.

Alternativas ecologicamente corretas

Estudante carioca de 18 anos se classifica para maior feira científica internacional do mundo, nos EUA – Foto: Arquivo pessoal

Aluno do 3° ano do ensino médio no colégio Matriz Educação, Vinícius apresentou um projeto de alternativa sustentável para diminuir o uso de pilhas e baterias descartáveis: o “Seebeck-watch”.

O garoto desenvolveu um sistema com filmes finos termoelétricos que aproveita a diferença de temperatura entre o pulso humano e o meio externo, gerando tensão elétrica para alimentar relógios de pulso.

O projeto desenvolvido pelo aluno foi um dos 9 selecionados, entre 420 concorrentes, na Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (Mostratec), a maior feira científica da América Latina. Os classificados foram escolhidos para representar o Brasil na ISEF.

Os 420 projetos já haviam sido selecionados em um total de 4.327 trabalhos de estudantes de diferentes lugares da América Latina.

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Para o professor Michael Douglas, responsável pelos projetos científicos do Matriz Educação, a dedicação do estudante foi determinante para conseguir chegar tão longe.

“A gente sempre busca trabalhar no desenvolvimento de projetos algumas características que são importantes para o sucesso deles. Por exemplo, a empatia, que é um sentimento muito presente quando tentamos resolver problemas para a sociedade. Buscamos também exercitar muito a inteligência emocional, já que eles passam por diversas avaliações, com critérios diferentes”, explicou.

Vinícius e o professor Michael Douglas, responsável pelos projetos científicos do Matriz Educação – Foto: Arquivo pessoal
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