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Alta do dólar: Ibovespa fechou em forte queda 2,86% e dólar sobe 4%, na maior alta desde março de 2020

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No acumulado da semana, porém, a alta do dólar foi um pouco menor, de 2,33% – Foto: Reuters

Do infomoney – O Ibovespa fechou em forte queda nesta sexta-feira (22), volta de feriado. O principal índice da bolsa brasileira recuou 2,86%, aos 111.077 pontos, maior baixa desde 26 de novembro de 2021 (quando caiu 3,39%), acompanhando as bolsas americanas e ainda acertando as perdas registradas na véspera, quando a B3 ficou fechada. Na semana, a queda foi de 4,39%.

O dólar também foi destaque no pregão desta sexta. O contrato futuro para maio fechou em alta de 4,02%, a R$ 4,82. O dólar comercial, por sua vez, avançou 4%, negociado a R$ 4,804 na compra e a R$ 4,805 na venda. No acumulado da semana, porém, a alta foi um pouco menor, de 2,33%.

O Banco Central brasileiro, com o forte avanço, interviu pela primeira vez desde 23 de dezembro no preço da divisa dos EUA, realizando um leilão à vista de US$ 571 milhões.

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Alta no PIB do primeiro tri é mais fruto da normalização da economia do que crescimento real, diz FGV

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Economistas destacam que o crescimento de 1,5% do PIB no primeiro trimestre “é muito mais uma volta ao período pré-pandemia”, do que um avanço real – Foto: Reuters

O crescimento de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no primeiro trimestre deste ano sobre o quarto trimestre de 2021, e de 2,4% sobre mesmo período do ano anterior, é mais fruto da normalização da atividade econômica ao nível pré-pandemia do que um avanço real da economia. A conclusão consta do Monitor do PIB divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira (17).

“É muito mais uma volta ao período pré-pandemia. Ninguém fica muito feliz de saber que, depois de dois anos ganhando menos por causa de uma pandemia, voltou a ganhar o que ganhava antes. Todo mundo quer ganhar mais”, disse o coordenador do Núcleo de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), Claudio Considera, ao Estadão Conteúdo

“Não é de hoje que o Brasil está andando de lado. Faz tempo que estamos com 1% de crescimento. Não dá para comemorar crescimento de 1% como se fosse um grande milagre. Crescer 1% é muito ruim, isso precisa ficar claro”, completou o economista.

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“Nota-se que o desempenho do PIB ainda tem sido impulsionado pela normalização do nível de atividade pré-pandemia e este efeito está se esgotando, o que liga um alerta para a sustentabilidade do crescimento”, ressaltou Juliana Trece, coordenadora do Monitor do PIB – FGV, por meio de uma nota oficial. 

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