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Qual o tempo necessário para evitar que um asteroide atinja a Terra? Entenda

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Quanto tempo é necessário para impedir um asteroide de colidir com a Terra? Foto: Karol Albuquerque

Por Olhar Digital | | Karol Albuquerque | Recentemente, no mês de abril, a Nasa e a ESA realizaram um exercício para estudar as opções para evitar o impacto de um asteroide com a Terra. Naquele momento, os cientistas das agências perceberam que seis meses era pouquíssimo tempo para impedir a colisão. O tempo mínimo necessário em uma situação como essa é de cinco anos.

E essa é a previsão mais otimista, do gerente do Centro para Estudo de Objetos Próximos da Terra , da Nasa, Paul Chodas. Já o astrônomo Richard Binzel, do MIT, acredita que é preciso pelo menos uma década de antecedência.

Por enquanto, não há motivo para pânico. Os cientistas ainda não identificaram nenhuma dessas rochas gigantescas e perigosas passando perto da Terra, o que reduz a chance de alguma acertar o alvo nos próximos dez anos. “Isso significa que, por enquanto, estamos contando com a sorte para nos manter a salvo de grandes impactos de asteroides. Mas sorte não é um plano”, disse Binzel, ao Business Insider .

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A situação hipotética do exercício, que durou quatro dias, das agências espaciais simulou a chegada de um asteroide para que especialistas internacionais treinassem como responder ao problema. Com as tecnologias atuais, nada poderia ser feito para destruir o corpo celeste ou empurrá-lo do caminho até a Terra .

Durante a atividade, foi considerado um asteroide hipotético chamado 2021PDC, com tamanho “entre 34 e 800 metros” e detectado a 56,3 milhões de km de nós. A cada dia os cientistas avançavam algumas semanas no tempo e descobriam mais detalhes da ameaça, como seu tamanho e trajetória.

O ideal é que os cientistas consigam estudar o asteroide perigoso enquanto ele passa pela Terra algumas vezes, na órbita ao redor do Sol, antes que o caminho o coloque diretamente em colisão com o planeta. Essa observação pode levar alguns anos ou até décadas.

Existem três meios de defender a Terra da ameaça. O primeiro é detonar um explosivo perto do asteroide para quebrá-lo em pedaços menores e menos perigosos. A segunda maneira é disparar lasers que podem aquecer e vaporizar a corpo celeste para que ele mude de caminho em órbita. O último modo é enviar uma espaçonave para bater no asteroide e empurrá-lo de sua trajetória.

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E todas as três precisam de anos para serem executadas. E, acima de tudo, é necessário ter tempo para iniciar qualquer uma delas. “Acho que o melhor investimento é em conhecimento. O melhor investimento é saber o que está lá fora”, completou Binzel.

A Nasa já trabalha nisso. A Agência Espacial Dos Estados Unidos está desenvolvendo um telescópio para monitorar asteroides muito escuros para serem avistados pelos telescópios em Terra. A missão deve lançar m telescópio infravermelho na órbita da Terra em 2026.

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Povos do Neolítico diinuíram cerca de 4 centímetros em relação aos seus ancestrais

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Ancestrais diminuíram quase 4 centímetros com mudança para agricultura – Foto: Divulgação / Penn State University

IG Ultimo Segundo – A mudança de métodos de caça e coleta para a agricultura que ocorreu entre os cidadãos há mais de 12 mil anos fez com que as pessoas diminuíssem aproximadamente 4 centímetros.

É o que indica um estudo desenvolvido por cientistas da Penn State University, localizada na Pensilvânia, nos Estados Unidos. Os resultados foram publicados na Pnas, revista acadêmica oficial da Academia Nacional de Ciências dos EUA.

Os cientistas apontam que a diminuição da altura é um indicador de uma precarização da saúde dos grupos analisados, dado que eles constataram que esses cidadãos passaram a não ter a nutrição adequada para sustentar o ritmo de crescimento do corpo.

Além disso, o aumento das doenças que atingiram os povos do Neolítico logo após a mudança para a agricultura também contribui para a diminuição de 3,81 centímetros em relação aos seus ancestrais.

“Começamos a pensar nas questões de longa data em torno da mudança da caça, coleta e forrageamento para a agricultura sedentária e decidimos olhar para como a saúde influenciou na mudança da altura dos grupos”, destaca Stephanie Marciniak, coordenadora do estudo, em comunicado divulgado pela Penn State University.

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encontrados em países como Reino Unido, Alemanha, Espanha, Polônia e Hungria. Todos eles viveram entre 38 mil e 2.400 mil anos atrás.  

O principal foco da pesquisa foi estudar os ossos mais longo do corpo desses ancestrais  e traçar paralelos com as amostras de DNA obtidas em estudos anteriores. 

Os cientistas também identificaram que, após o período Neolítico, tiveram aumentos constantes na altura dos povos nas idades do Cobre, Bronze e Ferro.

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