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Povos do Neolítico diinuíram cerca de 4 centímetros em relação aos seus ancestrais

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Ancestrais diminuíram quase 4 centímetros com mudança para agricultura – Foto: Divulgação / Penn State University

IG Ultimo Segundo – A mudança de métodos de caça e coleta para a agricultura que ocorreu entre os cidadãos há mais de 12 mil anos fez com que as pessoas diminuíssem aproximadamente 4 centímetros.

É o que indica um estudo desenvolvido por cientistas da Penn State University, localizada na Pensilvânia, nos Estados Unidos. Os resultados foram publicados na Pnas, revista acadêmica oficial da Academia Nacional de Ciências dos EUA.

Os cientistas apontam que a diminuição da altura é um indicador de uma precarização da saúde dos grupos analisados, dado que eles constataram que esses cidadãos passaram a não ter a nutrição adequada para sustentar o ritmo de crescimento do corpo.

Além disso, o aumento das doenças que atingiram os povos do Neolítico logo após a mudança para a agricultura também contribui para a diminuição de 3,81 centímetros em relação aos seus ancestrais.

“Começamos a pensar nas questões de longa data em torno da mudança da caça, coleta e forrageamento para a agricultura sedentária e decidimos olhar para como a saúde influenciou na mudança da altura dos grupos”, destaca Stephanie Marciniak, coordenadora do estudo, em comunicado divulgado pela Penn State University.

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encontrados em países como Reino Unido, Alemanha, Espanha, Polônia e Hungria. Todos eles viveram entre 38 mil e 2.400 mil anos atrás.  

O principal foco da pesquisa foi estudar os ossos mais longo do corpo desses ancestrais  e traçar paralelos com as amostras de DNA obtidas em estudos anteriores. 

Os cientistas também identificaram que, após o período Neolítico, tiveram aumentos constantes na altura dos povos nas idades do Cobre, Bronze e Ferro.

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Amostra de poeira lunar coletadas em 1969, durante a missão Apollo 11, entrarão em leilão

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Casa de leilões estima que amostra lunar possa chegar ao valor de R$ 5,5 milhões – Foto: Divulgação / Bonhams

IG Último Segundo – Partículas de poeira lunar coletadas por Neil Armstrong em 1969, durante a missão Apollo 11, entrarão em leilão neste mês na Bonhams, famosa casa de leilões londrina.

A empresa estima que os objetos serão leiloados por um valor máximo de 1,2 milhão de dólares (aproximadamente R$ 5,5 milhões na cotação atual). De acordo com a casa de leilões, essa é a única amostra da missão Apollo 11 que pode ser comercializada legalmente na atualidade.

O leilão está marcado para ter início no dia 13 de abril, e a poeira lunar coletada pelo primeiro homem a andar na lua está dividida em 5 diferentes recipientes. 

Contudo, até chegar a esse status de venda, essa amostra percorreu um longo caminho. Assim que chegou da missão, Armstrong perdeu a bolsa que continha as partículas após emprestá-la a um museu. Tempos depois ela foi recuperada e um dos diretores da instituição foi condenado por fraude e roubo.

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Em 2015 os itens foram a leilão, sendo adquiridos por Nancy Lee Carlson, cidadã do Estado norte-americano de Illinois, por 995 dólares (R$ 4.572 na cotação atual). Para identificar de onde tinha vindo aquela amostra, a mulher enviou a bolsa para uma análise na NASA.

Entretanto, quando os profissionais da agência estadunidense se deram conta do que se tratavam as partículas, se recusaram a devolver a amostra para a sua dona. Carlson, então, processou a NASA, ganhou a ação e recuperou os objetos.

A cidadã, depois de alguns anos, decidiu realizar o leilão das partículas de poeira lunar em parceria com a Bonhams, mas não especificou o motivo dessa atitude. A verdade é que, independente da motivação, ela está prestes a lucrar bastante com a venda deste item histórico.

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