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Maior cometa já detectado tem ‘tamanho de um planeta menor’ e vem em nossa direção, diz estudo

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O cometa também é conhecido como Bernardinelli-Bernstein e foi avistado pela primeira vez em 2014 – Foto: Foto / P. Jenniskens / Instituto SETI

Sputnik – Uma equipe de pesquisadores do Observatório de Paris e do Instituto de Astrofísica de Andaluzia (IAA-CSIC) confirmou que o cometa 2014 UN271 é o maior cometa já observado.

Cientistas publicaram um artigo descrevendo suas descobertas no portal de pré-impressão arXiv.org, que foi aceito para ser publicado na revista Astronomy and Astrophysics Letters.

O cometa também é conhecido como Bernardinelli-Bernstein e foi avistado pela primeira vez em 2014.

Na época, os pesquisadores determinaram que este corpo celeste se originou na Nuvem de Oort – uma hipotética região esférica nos confins do Sistema Solar que contém bilhões de objetos semelhantes a cometas. Embora não haja observações diretas que confirmem sua existência, muitos fatores circunstanciais apontam para sua existência.

O 2014 UN271 foi identificado em dados de Dark Energy Survey, ou Pesquisa de Energia Negra, um projeto internacional que buscava mapear objetos astronômicos como galáxias e supernovas entre 2014 e 2018.

O cometa 2014 UN271, o maior já observado.

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Naquele tempo, o cometa ainda estava longe e os astrônomos não tinham ideia de seu tamanho. Sete anos depois, à medida que o objeto se aproximava, tornou-se claro que ele era maior do que a maioria dos cometas, avança Phys.org.

Pesquisadores sugeriam que deveria ter entre 100 e 370 km de diâmetro. Na recente pesquisa, cálculos feitos por cientistas apontam que o cometa teria aproximadamente 137 km de diâmetro, ou seja, cerca de sete vezes o diâmetro de Fobos, um dos satélites de Marte, quase chegando à categoria de planeta menor.

Segundo estimativas, em sua passagem mais próxima por nosso sistema planetário, que acontecerá em 2031, o objeto se aproximará a cerca de 10,9 UA do Sol, quando alcançar a órbita de Saturno. Uma unidade astronômica (UA) é a distância entre a Terra e o Sol.

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Povos do Neolítico diinuíram cerca de 4 centímetros em relação aos seus ancestrais

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Ancestrais diminuíram quase 4 centímetros com mudança para agricultura – Foto: Divulgação / Penn State University

IG Ultimo Segundo – A mudança de métodos de caça e coleta para a agricultura que ocorreu entre os cidadãos há mais de 12 mil anos fez com que as pessoas diminuíssem aproximadamente 4 centímetros.

É o que indica um estudo desenvolvido por cientistas da Penn State University, localizada na Pensilvânia, nos Estados Unidos. Os resultados foram publicados na Pnas, revista acadêmica oficial da Academia Nacional de Ciências dos EUA.

Os cientistas apontam que a diminuição da altura é um indicador de uma precarização da saúde dos grupos analisados, dado que eles constataram que esses cidadãos passaram a não ter a nutrição adequada para sustentar o ritmo de crescimento do corpo.

Além disso, o aumento das doenças que atingiram os povos do Neolítico logo após a mudança para a agricultura também contribui para a diminuição de 3,81 centímetros em relação aos seus ancestrais.

“Começamos a pensar nas questões de longa data em torno da mudança da caça, coleta e forrageamento para a agricultura sedentária e decidimos olhar para como a saúde influenciou na mudança da altura dos grupos”, destaca Stephanie Marciniak, coordenadora do estudo, em comunicado divulgado pela Penn State University.

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encontrados em países como Reino Unido, Alemanha, Espanha, Polônia e Hungria. Todos eles viveram entre 38 mil e 2.400 mil anos atrás.  

O principal foco da pesquisa foi estudar os ossos mais longo do corpo desses ancestrais  e traçar paralelos com as amostras de DNA obtidas em estudos anteriores. 

Os cientistas também identificaram que, após o período Neolítico, tiveram aumentos constantes na altura dos povos nas idades do Cobre, Bronze e Ferro.

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