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Em recorde de temperatura, Antártida fica 38° mais quente; entenda as mudanças na região

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Registro aconteceu em março e pode ser explicado pelas mudanças meteorológicas na região – Foto: Reprodução

Agência O Globo – Com temperatura normal próxima a -50°C, a Antártida , continente mais gelado do planeta, bateu recorde de calor em março. Na estação meteorológica Concordia Research, localizada no Planalto Antártico, termômetros registraram a máxima de -11,5°C, o que representa um aumento de 38°C na região.

O cientista da Universidade de Berkeley (EUA), Robert Rohde, afirmou que a temperatura registrada na Antártica representa “a maior em uma estação meteorológica”.

“A mais recente e extraordinária onda de calor na Antártida parece ter batido um novo recorde mundial de temperatura, sendo a maior já registrada em uma estação meteorológica”, reforçou Robert Rohde, especialista em mudanças climáticas, em sua rede social.

Em entrevista para a CNN , Randall Cerveny, professor de ciências geográficas da Universidade Estadual do Arizona e integrante da Organização Meteorológica Mundial (WMO, sigla em inglês), explicou que o aumento da temperatura representa uma combinação de eventos meteorológicos, como “o fluxo úmido de um rio atmosférico” e “a intrusão de ar muito quente, raro para esta época do ano, no planalto antártico”.

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A chegada da umidade impossibilitou a migração do ar quente para outra região, o que permitiu a onda de calor na Antártida, que acabou de sair da sua época de “verão”.

Etienne Kapikian, meteorologista do Meteo-France — o serviço nacional de meteorologia da França — afirmou que a temperatura registada na estação Concordia foi um “recorde absoluto”, inédito nos 60 anos de dados acumulados pela instituição.

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Povos do Neolítico diinuíram cerca de 4 centímetros em relação aos seus ancestrais

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Ancestrais diminuíram quase 4 centímetros com mudança para agricultura – Foto: Divulgação / Penn State University

IG Ultimo Segundo – A mudança de métodos de caça e coleta para a agricultura que ocorreu entre os cidadãos há mais de 12 mil anos fez com que as pessoas diminuíssem aproximadamente 4 centímetros.

É o que indica um estudo desenvolvido por cientistas da Penn State University, localizada na Pensilvânia, nos Estados Unidos. Os resultados foram publicados na Pnas, revista acadêmica oficial da Academia Nacional de Ciências dos EUA.

Os cientistas apontam que a diminuição da altura é um indicador de uma precarização da saúde dos grupos analisados, dado que eles constataram que esses cidadãos passaram a não ter a nutrição adequada para sustentar o ritmo de crescimento do corpo.

Além disso, o aumento das doenças que atingiram os povos do Neolítico logo após a mudança para a agricultura também contribui para a diminuição de 3,81 centímetros em relação aos seus ancestrais.

“Começamos a pensar nas questões de longa data em torno da mudança da caça, coleta e forrageamento para a agricultura sedentária e decidimos olhar para como a saúde influenciou na mudança da altura dos grupos”, destaca Stephanie Marciniak, coordenadora do estudo, em comunicado divulgado pela Penn State University.

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encontrados em países como Reino Unido, Alemanha, Espanha, Polônia e Hungria. Todos eles viveram entre 38 mil e 2.400 mil anos atrás.  

O principal foco da pesquisa foi estudar os ossos mais longo do corpo desses ancestrais  e traçar paralelos com as amostras de DNA obtidas em estudos anteriores. 

Os cientistas também identificaram que, após o período Neolítico, tiveram aumentos constantes na altura dos povos nas idades do Cobre, Bronze e Ferro.

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