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Dark Matter: bolha de matéria escura pode estar perto da Terra, dizem astrônomos

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Astrônomos acompanham movimentação do corpo celeste – Foto: Reprodução

Por Olhar Digital | | Eduardo Sorrentino Uma “bolha” de matéria escura pode estar se escondendo debaixo dos nossos narizes, segundo informações publicadas pelo LiveScience. Segundo astrônomos das Universidades do Arizona e de Harvard, há suspeita de que a matéria esteja arrastando uma série de estrelas na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia-anã bem próxima da nossa Via Láctea, mas a 200 mil anos-luz da Terra .

A matéria escura é o que os especialistas entendem como aquilo do que é feito a maior parte do universo. Altamente elusiva e praticamente impossível de ser observada, a matéria escura tem sido objeto de buscas por incríveis distâncias do espaço pelos maiores especialistas da física e astronomia. Entretanto, nada fundamentalmente concreto foi encontrado até hoje.

Os estudiosos teorizaram em um estudo que o ritmo regular de um conjunto de estrelas presente na Grande Nuvem de Magalhães vem da possibilidade de ele estar sendo arrastado por uma “bolha” de matéria escura.

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Quando o assunto é matéria escura, os cientistas estão no mesmo entendimento que a maioria das pessoas. Ninguém conseguiu uma comprovação de fato, mas a presença tem sido observada em uma série de ações e movimentos de outros corpos celestes . O consenso é o de que ela compõe algo próximo de 85% do universo, estabilizando e “prendendo” objetos de vários tamanhos em posições e ciclos fixos.

Caso o estudo das duas universidades seja comprovado, a comunidade da astrofísica pode abrir caminho para novas e mais aprofundadas observações para compreender a misteriosa matéria escura.

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Povos do Neolítico diinuíram cerca de 4 centímetros em relação aos seus ancestrais

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Ancestrais diminuíram quase 4 centímetros com mudança para agricultura – Foto: Divulgação / Penn State University

IG Ultimo Segundo – A mudança de métodos de caça e coleta para a agricultura que ocorreu entre os cidadãos há mais de 12 mil anos fez com que as pessoas diminuíssem aproximadamente 4 centímetros.

É o que indica um estudo desenvolvido por cientistas da Penn State University, localizada na Pensilvânia, nos Estados Unidos. Os resultados foram publicados na Pnas, revista acadêmica oficial da Academia Nacional de Ciências dos EUA.

Os cientistas apontam que a diminuição da altura é um indicador de uma precarização da saúde dos grupos analisados, dado que eles constataram que esses cidadãos passaram a não ter a nutrição adequada para sustentar o ritmo de crescimento do corpo.

Além disso, o aumento das doenças que atingiram os povos do Neolítico logo após a mudança para a agricultura também contribui para a diminuição de 3,81 centímetros em relação aos seus ancestrais.

“Começamos a pensar nas questões de longa data em torno da mudança da caça, coleta e forrageamento para a agricultura sedentária e decidimos olhar para como a saúde influenciou na mudança da altura dos grupos”, destaca Stephanie Marciniak, coordenadora do estudo, em comunicado divulgado pela Penn State University.

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encontrados em países como Reino Unido, Alemanha, Espanha, Polônia e Hungria. Todos eles viveram entre 38 mil e 2.400 mil anos atrás.  

O principal foco da pesquisa foi estudar os ossos mais longo do corpo desses ancestrais  e traçar paralelos com as amostras de DNA obtidas em estudos anteriores. 

Os cientistas também identificaram que, após o período Neolítico, tiveram aumentos constantes na altura dos povos nas idades do Cobre, Bronze e Ferro.

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