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Uso de dosadores contribui para oferecer aditivos na quantidade necessária a aves e suínos

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A busca pela produtividade e o desejado retorno econômico levam avicultores e suinocultores a profissionalizarem cada vez mais os processos em suas granjas.

Minuto Rural – A busca pela produtividade e o desejado retorno econômico levam avicultores e suinocultores a profissionalizarem cada vez mais os processos em suas granjas. As inovações ocorrem em todas as frentes e vão aos detalhes, como nos dosadores, acessórios que ajudam os produtores a ter mais segurança na aplicação de aditivos via água de bebida.

“A água é um nutriente essencial para os animais. Para monogástricos, o uso de aditivos via água de bebida faz parte da rotina das granjas. Também é essencial dispor de aditivos como ácidos orgânicos que melhoram a qualidade da água, já que sua ação é responsável por otimizar o bem-estar, o desempenho e o suporte ao sistema imune dos animais”, explica Bruna Demetrio, Gerente Nacional de Vendas Feed Additives da Trouw Nutrition.

De acordo com a especialista, administrar essa solução por meio de dosadores contribui para a agilidade dos resultados e assertividade da aplicação dos produtos. “Se o avicultor ou suinocultor decidir pelo processo manual, ele tem de diluir na própria caixa d’água. Esse método não garante a dosagem adequada e precisa, além de demandar muito mais tempo e mão de obra”, comenta Bruna.

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O uso de ácidos orgânicos de mistura sinérgica proporciona um controle sanitário eficiente e garante a prevenção de prejuízos econômicos relacionados à saúde intestinal e ao ganho de peso. Além de reduzir o pH da água, sua ação melhora a qualidade microbiana do trato gastrointestinal, inibindo o crescimento das bactérias E. coli e Salmonella.

“Quando analisamos o pH e o grau de dureza da água, a dose de ácido orgânico a ser utilizada varia de granja para granja. É exatamente aí que o dosador entra, pois com seu auxílio é possível atingir uma dose de ácido eficaz mantendo o pH da água desejável em toda a extensão da granja. Com esse sistema de dosagem garantimos também sustentabilidade na produção”, detalha a gerente da Trouw Nutrition.

“Com o objetivo de tornar a tecnologia de dosadores mais acessível, montamos uma estrutura para customizar o equipamento de acordo com o aditivo aplicado. Dessa forma, conseguimos desenhar o projeto para atender a estrutura e necessidade específica do produtor”, explica Bruna Demetrio, Gerente Nacional de Vendas Feed Additives da Trouw Nutrition.

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Agência de Defesa Agropecuária alerta sobre a necessidade de vacinar o rebanho bovino e bubalino contra a brucelose

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A doença é causada pela bactéria B. abortus e pode ser transmitida para seres humanos – Foto: Jaelson Lucas / Arquivo AEN

Minuto Rural – Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) alerta sobre a necessidade de vacinar o rebanho bovino e bubalino contra a brucelose, imunização que pode ser feita em qualquer período do ano. A doença é causada pela bactériaB. abortuse pode ser transmitida para seres humanos.

O abortamento é o principal sinal, e ocorre geralmente no último terço da gestação. Outros indicativos da doença são o nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, corrimento vaginal, inflamação das articulações e inflamação dos testículos.

A brucelose bovina é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, além de baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

“Assim como a campanha de atualização de rebanhos é necessária para melhor conhecimento, rastreabilidade e análises de risco no Paraná, a comprovação da vacinação contra brucelose é necessária e obrigatória para a manutenção da sanidade do rebanho bovino e bubalino e para a diminuição da prevalência da doença”, disse a coordenadora do programa, médica veterinária Elenice Amorim. 

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VACINAÇÃO – Uma das principais medidas de controle da brucelose bovina é a vacinação. Fêmeas entre três e oito meses de idade devem ser vacinadas obrigatoriamente (Portaria nº 305/2017) e deve ser comprovada a aplicação, uma vez por semestre. No Brasil, é permitida a utilização das vacinas B-19 ou RB-51 (Vacina Não Indutora de Anticorpos Aglutinantes). A B-19 é atualmente a mais utilizada devido ao menor custo.

A vacinação deve ser feita corretamente sob a responsabilidade de um médico veterinário cadastrado na Adapar, e o uso de equipamento de proteção individual (EPI) é fundamental para o vacinador, para evitar acidentes. Segundo a Adapar, propriedades não regulares com a vacinação contra brucelose ficam impedidas de movimentar animais (emissão de GTA) para qualquer finalidade.

TRANSMISSÃO – A brucelose bovina é transmitida principalmente pela ingestão de pastagem contaminada pela urina de bovinos doentes, restos fetais e de placenta. A doença pode ser introduzida em um rebanho sadio, pela aquisição de bovinos infectados. Por esse motivo, é importante a realização de quarentena e de novos exames para que os animais possam ser incorporados ao rebanho.

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Exames periódicos fazem parte da estratégia de controle da doença. Para as fêmeas que receberam a vacina B19, os exames podem ser feitos com idade superior a 24 meses. As bezerras vacinadas com a RB-51 e os animais machos podem ser submetidos ao exame a partir dos oito meses de idade, quando não apresentarão anticorpos colostrais, que podem influenciar no resultado dos exames, ocasionando falsos positivos.

INFORMAÇÃO – Nos casos de animais reagentes no teste de triagem, a Adapar deve ser imediatamente notificada para tomada de medidas de confirmação e controle. A notificação precisa ser feita pelo médico veterinário habilitado que realizou os testes diagnósticos, em até 24 horas após a leitura.

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