Agro

Foco de pesquisa da UNESP e UFV, metabolismo do fígado precisa de atenção especial no confinamento

Publicados

Agro

Em parceria com a Trouw Nutrition, pesquisa desenvolvida pela UNESP e UFV investigou impacto das dietas de terminação em bovinos confinados – Foto: Reprodução

Ao chegar no confinamento, os bovinos passam por diversas situações novas. Uma delas é a sobrecarga do fígado. Apesar da importância e papel primordial na metabolização dos nutrientes ingeridos, os problemas que giram em torno do funcionamento do fígado ainda têm sido pouco abordados. “Quando entra no confinamento, o animal tem o fígado pequeno, pesando em torno de 3,5 kg. Após 60 dias no sistema intensivo, o órgão chega a 6,4 kg, quase dobrando de tamanho. Isso acontece porque, ao ser submetido a um manejo nutricional específico no confinamento, o animal consome uma dieta rica em nutrientes e os órgãos precisam se adequar a isso”, explica João Benatti, Gerente de Produtos para Ruminantes da Trouw Nutrition.

Esse é o ponto de partida do estudo desenvolvido pela UNESP-Jaboticabal e a Universidade Federal de Viçosa (UFV), em parceria com a Trouw Nutrition. Dentre as conclusões do experimento, foi observado o ganho de peso expressivo para bovinos de corte no confinamento devido ao fornecimento de alto teor de concentrado. No entanto, também foi afetado o metabolismo hepático nos animais. Durante a pesquisa, foi investigada a ação dos hidroxi-minerais fontes de cobre e zinco junto à suplementação de vitaminas do Complexo B by pass no fígado dos bovinos de corte. “O alto fornecimento de concentrado aumenta o fígado do animal em até 70% nos primeiros dois meses de confinamento. É importante é que o confinador programe uma dieta que, além de favorecer o ambiente ruminal, promova a eficiência do fígado do animal. Isso garante o melhor consumo, desde a fase de adaptação e durante toda a fase de confinamento’’, explica o especialista.

Leia Também:  Uso de dosadores contribui para oferecer aditivos na quantidade necessária a aves e suínos

Os 120 dias de experimento foram coordenados pelo Dr. Ricardo Reis, professor do Departamento de Zootecnia da UNESP-Jaboticabal, e o Dr. Marcio Duarte, professor do Departamento de Zootecnia da UFV. Ambos avaliaram os animais que receberam a combinação de vitaminas do Complexo B protegidas da degradação ruminal (Vivalto) com hidroxi-minerais fonte de cobre e zinco (IntelliBond® C e Z).

“Mesmo que a demanda por uso de tecnologias seja crescente, é necessário entender também os processos que não são visíveis, ou seja, que acontecem em nível de tecido animal. Dessa forma, é possível entender a atuação das novas tecnologias e o seu impacto no aumento da eficiência animal. Nosso estudo utilizou ferramentas analíticas e, com base nos resultados, foi possível observar a melhoria substancial no metabolismo energético do fígado de animais suplementados com Vitaminas do Complexo B protegidas da degradação ruminal junto aos hidroxi-minerais”, explica João Benatti.

De acordo com o especialista da Trouw Nutrition, o trabalho desenvolvido em parceria com as universidades determinou que a suplementação de vitaminas do Complexo B associada aos hidroxi-minerais durante o confinamento melhora o metabolismo energético hepático e a resposta antioxidante em bovinos de corte. É importante mencionar que essas vitaminas precisam ser protegidas da degradação ruminal, caso contrário ela será metabolizada ainda no rúmen e não chegara de a corrente sanguínea do animal. Essa tecnologia é exclusiva da Trouw Nutrition e está ao alcance de todos os pecuaristas.

Leia Também:  Uso de dosadores contribui para oferecer aditivos na quantidade necessária a aves e suínos

O cobre e o zinco também participam de outras reações metabólicas, além de atuarem na formação de órgãos e tecidos essenciais ao bom desempenho do animal. “O caminho mais eficaz de garantir o suprimento de exigências nutricionais é a suplementação. Os pecuaristas precisam ter atenção ao fato de a quantidade de insumos não ser o único fator importante no cálculo de estratégia nutricional. Outras fatores interferem na forma como os bovinos farão uso desse recurso, como a biodisponibilidade e a estabilidade dos nutrientes”, destaca Benatti.

“O portfólio da Trouw Nutrition também conta com o produto BellPeso Vivaz Avance, núcleo mineral para fase de terminação de bovinos de corte. BellPeso Vivaz Avance promove suplementação adequada e rica de elementos minerais, vitaminas e aditivos de controle da acidose ruminal, como a monensina e tamponantes. Também compõem o núcleo o Vivalto e o IntelliBond C e IntelliBond Z. Todo esse pacote tecnológico garante ao produtor a melhoria na eficiência alimentar, performance e ganho de carcaça no confinamento’’, completa o gerente da Trouw Nutrition.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Agro

Minerais são essenciais da dieta de pets e a fonte precisa ser confiável. Especialista da Trouw Nutrition explica a ação

Publicados

em

Nem pouco nem em excesso. Especialista da Trouw Nutrition explica a ação de minerais no organismo de animais de companhia – Foto: Reprodução

Os tutores de pets estão sempre atentos às últimas novidades que prometem melhorar a qualidade de vida, a saúde e, claro, a longevidade dos animais de companhia. São inúmeras as formas de proporcionar bem-estar a eles. Um item importante é a oferta regular dos minerais essenciais para o bom funcionamento do metabolismo, explica Emily Baskerville, coordenadora de Negócios Petfood e Feed Additives da Trouw Nutrition. “Os minerais atuam de diferentes formas no organismo, como catalisadores e reguladores de reações orgânicas”, explica.

Emily alerta para o risco de excesso desses ingredientes na dieta dos animais, pois em alta dosagem são responsáveis por reações adversas, que levam a quadros de toxicidade. O contrário também merece atenção: doses consideradas baixas podem ocasionar quadros de deficiência, como peso reduzido, falta de apetite e deformações significativas nos ossos, por exemplo. “Vale destacar que a absorção de minerais está diretamente ligada. O excesso de um mineral pode causar a deficiência de outro”.

Leia Também:  Dê um beijo na boca, mas na região genital: Guia do sexo oral, tudo o que você precisa saber para cair de boca

Ela ressalta que somente a presença de minerais nas rações não garante que eles desempenharão o seu papel, pois “entra em cena outro ponto de atenção: a biodisponibilidade dos minerais, ou seja, como eles serão absorvidos pelo metabolismo dos animais. Como exemplo, destaco as fontes de sulfato, que podem prejudicar a estabilidade de algumas vitaminas.”

“A fonte mais moderna de minerais que se tem conhecimento é chamada hidroxi-minerais. Com tecnologia de ponta, essa forma se mantém protegida e estável em contato com outros ingredientes do alimento devido a fortes ligações covalentes, sem que haja interações indesejadas, como a degradação das vitaminas. Seu uso proporciona mais segurança, rastreabilidade e menor risco de contaminações na dieta. Graças à sua estrutura química, a estabilidade em rações é maior quando comparado aos minerais inorgânicos”, esclarece a especialista.
Outra vantagem proporcionada pela sua estrutura química é sua baixa solubilidade, evitando assim que se dissociem, mantendo a integridade até chegar ao ambiente estomacal. Isso porque quando em contato com o pH, os hidroxi-minerais se dissociam e liberam íons gradativamente. “Esse processo de liberação gradual garante que o produto tenha maior biodisponibilidade, já que as perdas durante o processo e o trajeto desses minerais pelo trato gastrointestinal são minimizadas. Os hidroxi-minerais têm vantagens em relação aos outros minérios inorgânicos, pois esse tipo de mineral possui propriedades superiores de estabilidade e manuseamento”, conclui Emily.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

TUDO SOBRE POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA