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Agência de Defesa Agropecuária alerta sobre a necessidade de vacinar o rebanho bovino e bubalino contra a brucelose

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A doença é causada pela bactéria B. abortus e pode ser transmitida para seres humanos – Foto: Jaelson Lucas / Arquivo AEN

Minuto Rural – Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) alerta sobre a necessidade de vacinar o rebanho bovino e bubalino contra a brucelose, imunização que pode ser feita em qualquer período do ano. A doença é causada pela bactériaB. abortuse pode ser transmitida para seres humanos.

O abortamento é o principal sinal, e ocorre geralmente no último terço da gestação. Outros indicativos da doença são o nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, corrimento vaginal, inflamação das articulações e inflamação dos testículos.

A brucelose bovina é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, além de baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

“Assim como a campanha de atualização de rebanhos é necessária para melhor conhecimento, rastreabilidade e análises de risco no Paraná, a comprovação da vacinação contra brucelose é necessária e obrigatória para a manutenção da sanidade do rebanho bovino e bubalino e para a diminuição da prevalência da doença”, disse a coordenadora do programa, médica veterinária Elenice Amorim. 

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VACINAÇÃO – Uma das principais medidas de controle da brucelose bovina é a vacinação. Fêmeas entre três e oito meses de idade devem ser vacinadas obrigatoriamente (Portaria nº 305/2017) e deve ser comprovada a aplicação, uma vez por semestre. No Brasil, é permitida a utilização das vacinas B-19 ou RB-51 (Vacina Não Indutora de Anticorpos Aglutinantes). A B-19 é atualmente a mais utilizada devido ao menor custo.

A vacinação deve ser feita corretamente sob a responsabilidade de um médico veterinário cadastrado na Adapar, e o uso de equipamento de proteção individual (EPI) é fundamental para o vacinador, para evitar acidentes. Segundo a Adapar, propriedades não regulares com a vacinação contra brucelose ficam impedidas de movimentar animais (emissão de GTA) para qualquer finalidade.

TRANSMISSÃO – A brucelose bovina é transmitida principalmente pela ingestão de pastagem contaminada pela urina de bovinos doentes, restos fetais e de placenta. A doença pode ser introduzida em um rebanho sadio, pela aquisição de bovinos infectados. Por esse motivo, é importante a realização de quarentena e de novos exames para que os animais possam ser incorporados ao rebanho.

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Exames periódicos fazem parte da estratégia de controle da doença. Para as fêmeas que receberam a vacina B19, os exames podem ser feitos com idade superior a 24 meses. As bezerras vacinadas com a RB-51 e os animais machos podem ser submetidos ao exame a partir dos oito meses de idade, quando não apresentarão anticorpos colostrais, que podem influenciar no resultado dos exames, ocasionando falsos positivos.

INFORMAÇÃO – Nos casos de animais reagentes no teste de triagem, a Adapar deve ser imediatamente notificada para tomada de medidas de confirmação e controle. A notificação precisa ser feita pelo médico veterinário habilitado que realizou os testes diagnósticos, em até 24 horas após a leitura.

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Minerais são essenciais da dieta de pets e a fonte precisa ser confiável. Especialista da Trouw Nutrition explica a ação

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Nem pouco nem em excesso. Especialista da Trouw Nutrition explica a ação de minerais no organismo de animais de companhia – Foto: Reprodução

Os tutores de pets estão sempre atentos às últimas novidades que prometem melhorar a qualidade de vida, a saúde e, claro, a longevidade dos animais de companhia. São inúmeras as formas de proporcionar bem-estar a eles. Um item importante é a oferta regular dos minerais essenciais para o bom funcionamento do metabolismo, explica Emily Baskerville, coordenadora de Negócios Petfood e Feed Additives da Trouw Nutrition. “Os minerais atuam de diferentes formas no organismo, como catalisadores e reguladores de reações orgânicas”, explica.

Emily alerta para o risco de excesso desses ingredientes na dieta dos animais, pois em alta dosagem são responsáveis por reações adversas, que levam a quadros de toxicidade. O contrário também merece atenção: doses consideradas baixas podem ocasionar quadros de deficiência, como peso reduzido, falta de apetite e deformações significativas nos ossos, por exemplo. “Vale destacar que a absorção de minerais está diretamente ligada. O excesso de um mineral pode causar a deficiência de outro”.

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Ela ressalta que somente a presença de minerais nas rações não garante que eles desempenharão o seu papel, pois “entra em cena outro ponto de atenção: a biodisponibilidade dos minerais, ou seja, como eles serão absorvidos pelo metabolismo dos animais. Como exemplo, destaco as fontes de sulfato, que podem prejudicar a estabilidade de algumas vitaminas.”

“A fonte mais moderna de minerais que se tem conhecimento é chamada hidroxi-minerais. Com tecnologia de ponta, essa forma se mantém protegida e estável em contato com outros ingredientes do alimento devido a fortes ligações covalentes, sem que haja interações indesejadas, como a degradação das vitaminas. Seu uso proporciona mais segurança, rastreabilidade e menor risco de contaminações na dieta. Graças à sua estrutura química, a estabilidade em rações é maior quando comparado aos minerais inorgânicos”, esclarece a especialista.
Outra vantagem proporcionada pela sua estrutura química é sua baixa solubilidade, evitando assim que se dissociem, mantendo a integridade até chegar ao ambiente estomacal. Isso porque quando em contato com o pH, os hidroxi-minerais se dissociam e liberam íons gradativamente. “Esse processo de liberação gradual garante que o produto tenha maior biodisponibilidade, já que as perdas durante o processo e o trajeto desses minerais pelo trato gastrointestinal são minimizadas. Os hidroxi-minerais têm vantagens em relação aos outros minérios inorgânicos, pois esse tipo de mineral possui propriedades superiores de estabilidade e manuseamento”, conclui Emily.

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